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Refeições sem iPad à mesa

CONFISSOES-DE-MAE

Olá, mamães!

Hoje vou falar de um tema polêmico: iPad à mesa durante as refeições. Não estou aqui para julgar ninguém, vejam bem, apenas quero contar como lidamos com isso aqui em casa. Cada família uma sentença!

Meus filhos são como os de toda mãe que conheço: aficionados por eletrônicos! Se pudessem, não desgrudariam do celular e do iPad por um minuto! Quando vêem o brilhinho da tela logo querem pegar os aparelhos nas mãos. As crianças dessa geração são digitais, não tem jeito…! E eu acho que tem muitos aplicativos bacanas e educativos para os pequenos (depois conto os meus preferidos)!

Mas desde a primeira vez que tentei usar o recurso hipnotizante do iPad à mesa, para sossegar minha filha, meu marido se virou para mim e disse “Só te peço uma coisa: iPad à mesa, não. Não quero que esse hábito comece, as refeições têm que ser um momento de interação da nossa família.” Fui pega com a boca na botija (quer dizer, com a mão no iPad), com essas palavras que caíram como um banho de água fria na minha tentativa de distrair a Nina! Arregalei os olhos e ele complementou: “Se nossos pais conseguiram, também vamos conseguir.”

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Bom, acho que os nossos pais não saiam tanto como a gente para almoçar fora… porque um casal que sai com crianças sabe quão difícil é a tarefa de cuidar deles e comer ao mesmo tempo! E eu vou ser bem sincera, concordei com o meu marido de não iniciarmos o hábito (mais por medo de não conseguir reverter a situação quando as crianças crescerem e também porque queria que aprendessem a ver e a valorizar os alimentos), mas não é fácil não! E confesso que abuso de um outro recurso maravilhoso: a vovó, para nos acompanhar!

Para o acordo de mesa “eletronics free” valer mesmo, foi importante que também o estendêssemos a nós, pais. Estipulamos que nós dois também não podemos ficar lendo mensagens ou checando Instagram. Afinal, temos que evitar o “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço“.

E aí, lançamos mão de estratégias “old school” para entretê-los durante a espera do prato no restaurante. Levo sempre  o bichinho e a boneca favoritos, um livrinho e um joquinho de memória que ensina o nome dos animais. E também brincamos com os palitinhos quebrados, desenhamos, brincamos de contar histórias, damos voltinhas, quando tem um laguinho vamos ver os peixinhos… claro que quando o restaurante é kids friendly, dou graças a Deus!

Na próxima coluna, vou passar uma listinha de restaurantes que mais gosto de ir com as crianças em São Paulo.

Malu é mãe de um casal de “anjinhos sapecas”: uma menina de 4 anos e um menino de 2. Como muitas outras mães, tem que se desdobrar em mil para cuidar do trabalho, da casa, do marido e dos filhos. Aqui, ela divide suas experiências e descobertas do mundo da maternidade – sempre com honestidade e bom-humor, mas sem se levar tão a sério.

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