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A primeira papinha salgada a gente nunca esquece

Queridos leitores, vocês que me acompanham sabem que sou uma ferrenha defensora do método BLW (DESMAME GUIADO PELO BEBÊ). Nele, a introdução de alimentos na dieta do bebê é feita através de palitos macios de vegetais e frutas, e não se utiliza papas ou sopa. Mas, temos que admitir que não são todas as mães e pediatras que aderem a essa metodologia. Sendo assim, atendendo a muitos pedidos, resolvi dar dicas de como preparar uma papinha caseira e nutritiva. STEP BY STEP A alimentação da criança precisa ser bem planejada para que não haja o risco de faltar qualquer nutriente. O primeiro passo é elaborar um cardápio de acordo com os hábitos da família, fazer uma lista de compras e por último e o mais importante: fazer boas compras e se possível com alimentos orgânicos. A primeira papinha deve ser oferecida ao bebê após o sexto mês e a amamentação deve ser mantida. A introdução de alimentos deve ser feita em pequenas quantidades e com critério para observar possíveis reações alérgicas. Três princípios básicos devem ser considerados no preparo das papas salgadas: a textura, o sabor e o equilíbrio entre os nutrientes. Seguindo as orientações da Sociedade Brasileira de Pediatria, a elaboração da papa deve ser feita com três alimentos de grupos distintos: proteína, carboidrato e hortaliça (esse grupo pode ter mais de um alimento). Para facilitar, preparei tabelas com os grupos de alimentos, quantidades e faixas etárias. Confira: QUANTIDADE ADEQUADA DE ALIMENTOS PARA PAPA SALGADA (6 meses) QUANTIDADE ADEQUADA DE ALIMENTOS PARA PAPA (7 meses – 9 meses) QUANTIDADE ADEQUADA DE ALIMENTOS PARA...
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Como a dieta paleolítica pode ajudar na formação dos hábitos alimentares do bebê

Um tema que está se tornando muito comum nas rodas de conversas do mundo fitness e nos meios de comunicação é a Dieta Paleolítica. Quando ouvimos pela primeira vez a respeito de tal dieta, automaticamente pensamos nos homens primatas que moravam nas cavernas. Será que a dieta de nossos ancestrais é saudável e pode ser usada nos dias de hoje? Será que esse tipo de alimentação traz benefícios para a saúde meu bebê? DIRETO DO TÚNEL DO TEMPO: entendendo a essência da polêmica Dieta Paleolítica Apesar de ter conquistado popularidade recentemente e tendo como maior mentor o professor da Universidade Estadual do Colorado (EUA) Loren Cordain, tal teoria surgiu em um estudo publicado em 1985 no The New England Journal of Medicine. O artigo cientifico argumentava que o genoma humano não teve tempo de se adaptar a alimentos que não faziam parte da nossa dieta antes do advento da agricultura. Segundo seus defensores, a dieta ideal para o homem é aquela praticada pelos nossos ancestrais pré-históricos. Ou seja: devemos comer apenas aquilo que poderíamos caçar, matar, colher ou tirar da terra, como um homem das cavernas. O homem está na Terra há mais de 2 milhões de anos e a agricultura foi desenvolvida há menos de 10 mil anos, o que corresponde a apenas 0,5% do tempo da nossa existência. A agricultura, portanto, é muito recente do ponto de vista evolutivo, e é evidente que estamos geneticamente adaptados à alimentação do período paleolítico, e não à atual. No período paleolítico, os fatores geográficos eram determinantes e diversas dietas eram...
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Pasta de dente com ou sem flúor?

Olá! Acho que este assunto talvez seja um dos que mais trazem dúvidas para as mamães, certo? De fato, as fontes de informação são ainda muito divergentes....Vou falar um pouco sobre o assunto. Antigamente era comum que os pediatras e odontopediatras recomendassem às mães que utilizassem pasta de dente sem flúor para seus filhos. Isso porque as crianças geralmente engolem parte da pasta colocada na escova por dois principais motivos: primeiro porque não sabem ainda cuspir e, em segundo, porque as pasta infantis são geralmente saborosas. Temia-se então que o flúor ingerido pudesse causar o que chamamos de fluorose dentária ou mesmo que pudesse ser tóxico para a criança. A fluorose é caracterizada por machas esbranquiçadas que podem aparecer nos dentes permanentes quando a criança ingere flúor em grande quantidade no período em que estes estão ainda em formação, isto é, dos 0 aos 6 anos de idade (por isso algumas pastas trazem no rótulo “acima de 6 anos”). O que acontece é que este cuidado é bastante exagerado, uma vez que a criança precisa ingerir uma enorme quantidade de pasta fluoretada constantemente para que a fluorose aconteça. Tanto que a maioria das mães provavelmente não conheça alguém que tenha tido apresentado este problema, certo? Mas por outro lado, e a cárie dental? Pois é, esta com certeza você deve conhecer ou ter contato com alguém que já teve. A cárie dental é considerada uma doença e é ainda bastante prevalente, apesar de poder ser facilmente prevenida. Esta sim é de difícil tratamento, podendo causar dor e até perda do dente,...
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Não se prenda a horários! Respeite o apetite do bebê com a amamentação em livre demanda

Quando me sugeriram para escrever esse post, entrei em pânico ao me lembrar da minha experiência com a amamentação. Sempre achei que por ter o conhecimento técnico e saber da importância dela, amamentaria com muita facilidade meu filho. Ledo engano, a teoria não se aplicou à prática devido a muitos fatores, entre eles, a pressão e a rigidez nos horários das mamadas. Lembro-me como se fosse hoje. Cada pessoa que me visitava na maternidade dava um palpite ou tinha uma dica infalível. "Coma canjica com leite para aumentar o leite; Espere para amamentar, ainda não deu tempo dele sentir fome; Não dê muito colo, ele ficará mal acostumado; Não dê o peito toda hora, você ficará escrava dessa criança; O que você comeu para dar cólica nessa criança?" Com certeza, algumas dessas frases você já deve ter ouvido na sua vida, o que colaborou ainda mais para te confundir. Mas, o que podemos fazer para que esse momento tão importante para construção do vínculo mãe-filho não seja tão traumático? Desmistificando a livre demanda De acordo com a Organização Mundial de Saúde, o leite materno deve ser oferecido até os 6 meses como o titular da alimentação de um bebê. Depois, ele deve ser mantido, mas aliado com a introdução de novos alimentos, até que a criança complete 2 anos. Há 17 anos, quando meu filho nasceu, se recomendava uma amamentação de 3 em 3 horas. Atualmente, a mais recente cartilha de pediatria publicada pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) revisou antigas recomendações sobre cuidados com os bebês. Entre elas, a que talvez mais...
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A cárie pode ser transmitida de pai para filho?

Olá mamães! Quem nunca ouviu falar que a cárie é transmissível e que por isso não se deve compartilhar a colher com os filhos nem assoprar a comida deles para resfriar? Pois é, essas informações já foram bastante divulgadas, até por dentistas, mas não condizem com a realidade. De fato, a cárie é uma doença de origem bacteriana, mas ela precisa de vários fatores para acontecer. É preciso que haja exposição frequente a carboidratos e que eles permaneçam por algum tempo sobre a estrutura dental, ou seja, que não haja escovação ou que ela seja feita de maneira insuficiente para removê-los. Desta forma sim podem aparecer aqueles “buraquinhos” que vão destruindo o dente, causando muitas vezes também dor. Resumindo, a bactéria causadora da cárie pode sim ser transmitida de pai para filho, mas isso não significa que a criança que a adquiriu irá desenvolver a doença. Aliás, a questão da transmissão não deveria nem nos trazer preocupação, uma vez que a principal bactéria causadora da cárie é super comum e praticamente toda a população a possui! De qualquer forma, o bebê irá adquiri-la em algum momento, já nos primeiros dias de vida. O que devemos nos preocupar é com a higienização logo que nascem os primeiros dentinhos, isso sim irá prevenir de fato que seu filho tenha cárie. Portanto, ao contrário do que geralmente ouvimos por aí, a doença cárie não é transmissível! É também importante que se saiba que não é só o açúcar refinado que serve de substrato para as bactérias causadoras da cárie, qualquer tipo de...
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Adeus papinha? Como o método BLW (Baby-led weaning) pode ajudar na introdução de alimentos na dieta do bebê

No nosso último No Ninho, a mamãe Emanuelle nos contou que aderiu ao BLW (baby-led weaning). Como a técnica vem ganhando cada vez mais adeptos, pedimos para a nossa nutricionista-colunista, Heloísa Tavares, nos contar tudo sobre o assunto! Uma das principais angústias que ouço em minhas consultas é de mães, principalmente as de primeira viagem, que não sabem como fazer a introdução correta de alimentos sólidos na dieta dos seus bebês. Esse tipo de preocupação é bastante pertinente, pois é nessa fase que os hábitos alimentares do bebê se formam, com grande influência na vida adulta do mesmo. Depois de muito pesquisar o método BLW (baby-led weaning), receber testemunhos de mães que já aplicavam o método e por tido uma resposta positiva com meus pacientes e com as minhas sobrinhas, virei a maior fã e entusiasta. Você sabe no que consiste esse método? Entendendo a técnica BLW A expressão em inglês baby-led weaning (BLW) pode parecer bem complicada e causar estranheza quando ouvimos pela primeira vez. Mas de complicada a técnica não tem nada! O método BLW teve o nome criado pela agente de sáude e mãe britânica Gill Repley, e em tradução livre para o português significa DESMAME GUIADO PELO BEBÊ. A ideia fundamental dessa metodologia consiste em oferecer a comida em pedaços para o bebê e permitir que ele se sirva sozinho. Sendo assim, os pais e cuidadores não devem oferecer um prato diferente do que a família habitualmente se serve, tipo papinha para o bebê. Mas, sim, deixar que eles se sentem à mesa, participem das refeições familiares...
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Mãe de primeira viagem

Olá, mamães! O tema de hoje, na verdade, foi escolhido por vocês! Recebi alguns pedidos para falar da minha primeira gravidez... Vamos lá! Quando engravidamos, surgem muuuuitas dúvidas, não é verdade?! Se o bebê vai ter saúde, como devemos nos cuidar, como ele está, se está respirando, se ele está mamando bem, se o leite que você está produzindo é suficiente, se ele está com fome... Nossa, é tanta coisa! Mas vou contar como foi desde o começo e como tirei todos esses questionamentos. Eu sempre sonhei em ser mãe, queria muito, mas sabia que tinha que ter a hora certa para isso. Então, não foi logo que eu casei... Eu era muito nova ainda, estava fazendo faculdade e tinha a mudança para o novo apartamento. Foi com 3 anos de casados que eu e meu marido já estávamos estabilizados, e sentimos que era hora de termos nosso primeiro filho. Aconteceu como se meu relógio biológico disparasse falando “está na hora!” e, de repente, me deu ansiedade em ter. A sensação de ver o resultado positivo é maravilhosa!! Ainda mais quando você está querendo tanto. Como tive alguns resultados negativos, a notícia de que eu seria mãe foi demais! Cheguei a comprar mais de um teste só para ver que realmente estava grávida! Haha Não sei se como eu (me contem!!), vocês idealizam tanto o ser mãe, que quase não pensam na fase da gravidez. Graças a Deus, não tive nenhum problema, nem restrição, só ficava apreensiva quanto atividades físicas. E como eu tinha muito enjoo nos primeiros quatro...
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Quando e como tirar a chupeta?

O hábito de sucção é um comportamento instintivo e natural para o bebê, iniciado muitas vezes ainda no útero materno. Este reflexo é importante para o desenvolvimento da sua musculatura oral e para sua própria sobrevivência, já que dele depende a amamentação, sua primeira fonte de alimentação. No entanto, com o tempo ele passa a adquirir outro significado, acalmando a criança e gerando uma sensação de conforto, daí a importância da chupeta no início da vida. A chupeta não deve ser totalmente condenada, pois sabemos que ela ajuda bastante os pais no primeiro ano de vida e que os danos trazidos por esse hábito só se tornam irreversíveis se o uso for prolongado. Ao contrário, o hábito de chupar o dedo deve ser desencorajado dede o início, pois cria rapidamente uma relação de dependência por estar facilmente disponível para a criança, trazendo sempre maior dificuldade para ser removido. Tanto o hábito de chupar o dedo quanto a chupeta, conhecidos como sucção não nutritiva, podem trazer sérias consequências no desenvolvimento das arcadas da criança se prolongados além dos 3 anos de idade, interferindo também na fonação e respiração. Não são apenas os dentes que podem ficar mal posicionados (para cima e para frente), o osso da criança é ainda bastante maleável e pode ficar deformado, o que interfere em todo o crescimento e desenvolvimento da face. Felizmente, se removidos até esta idade, essas deformidades podem ser revertidas pela força natural da musculatura dos lábios e da língua, uma vez na posição correta. Por esse motivo, tanto a Associação Brasileira de Odontopediatria quanto...
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Viajando com as crianças

Olá, mamães! O tema que escolhi para hoje é bem legal: viagens! Quem não gosta de viajar? Acabei de voltar do interior de São Paulo, da casa dos meus pais, nosso lugar preferido. E vim contar para vocês onde minha família gosta de ir, o que gostamos de fazer e como nos organizamos. Como falei, nós amamos ir para a casa dos meus pais, o lugar é ótimo, super tranquilo, próximo da natureza... É um momento que ficamos todos juntos. O Otávio e o Miguel adoram o contato com o campo, com os animais e claro, o mimo dos avós... Eles fazem a festa, brincam, ganham comidinhas gostosas, tudo que têm direito! Nós aproveitamos também para levá-los ao clube, andar a cavalo e até ajudamos o Otávio com as atividades de férias ao ar livre, é muito divertido. Uma dúvida que muitas de nós temos é: manter a rotina ou não? Procuro manter, pois acho importante eles continuarem com seus horários, eles ficam mais calmos e não perdem o ritmo. Mas claro que às vezes saem um pouquinho, não vejo problema um dia ou outro, é normal! Com a alimentação é a mesma coisa... Mantenho o mais parecido possível, sempre saudável, com legumes, verduras, carne ou frango... Sempre tudo direitinho para eles. Na casa dos meus pais é ótimo, pois já estão acostumados, fazemos o cardápio igual na minha casa. Em outros lugares, como Campos do Jordão, que fomos nestas férias também, procuramos esses alimentos ou vamos a restaurantes que tenham. Independente do lugar, levo iogurtes e coisinhas que...
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Nada de férias para uma alimentação saudável

Se já não é tarefa fácil controlar a alimentação das crianças em dias comuns, imagina nas férias! Nesse período, as crianças saem de sua rotina e os horários de brincar, dormir e de se alimentar ficam desorganizados e muito mais flexíveis. Afinal, é férias e todos devem aproveitar e descansar! Só que sair totalmente da rotina, pelo menos no quesito alimentação, está longe de ser o mais indicado! Não é por que a criança está de férias que alimentos ricos em gorduras e açúcares devem ser liberados e que os horários das refeições devam ser desrespeitados. Podemos dar férias para nossas obrigações, mas jamais para uma boa alimentação. Normalmente, esquecemos que é nesse período de férias que os pequenos mais brincam, gastam energia e desfrutam do convívio familiar e dos amigos. Portanto, é importante oferecer às crianças uma alimentação rica em vitaminas e nutrientes para fortalecer o organismo e aproveitar a maior disponibilidade de tempo para introduzir novos sabores ao paladar. Foi pensando nisso que preparei algumas dicas simples e práticas para tornar as férias mais saudáveis, sem perder a diversão: A falta de regularidade nos horários das refeições faz com que a criança emende uma refeição na outra e procure por alimentos não saudáveis na hora da fome. O ideal é que a criança coma menos quantidades mais vezes ao dia. Fracionar o dia em 5 refeições, no mínimo, é a melhor saída (café da manhã, lanche 1, almoço, lanche 2 e jantar). No inverno, a vontade de parar de brincar para beber algo é bem menor, mesmo que a criança...
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