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Posts encontrados com a tag amamentação

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Agosto Dourado: Será que meu leite é fraco?

Depois de reunir as 20 vantagens da amamentação para bebês e mães, muitas nos escreveram questionando sobre a possibilidade do leite ser fraco para o filho. Por isso, a médica pediatra dra. Gabriela Ochoa volta ao site para esclarecer esta dúvida comum entre as mães: NÃO existe leite fraco!!! Todo leite materno é bom e tem propriedades suficientes para alimentar e proteger o bebê. O intervalo entre as mamadas, mais curto no início, faz com que muitas mães interpretem como "leite fraco" e que o bebê está "passando fome". Por insegurança, acabam introduzindo outros tipos de leite. O fato é que os intervalos curtos são totalmente normais já que o estômago do bebê é bem pequeno, impossibilitando que ele fique saciado por um período longo, fazendo-se necessárias as várias mamadas por dia. A mãe precisa acreditar na sua capacidade de amamentar e no seu leite. Deve-se manter tranquila e deixar que o bebê mame livremente, pois com o passar do tempo esses intervalos vão se alongando. As comparações e os palpites de que o leite não está sustentando só atrapalham e deixam as mamães mais ansiosas. Não dê ouvidos, converse com um profissional. Lembrando que quanto mais o bebê sugar, mais as glândulas mamarias irão produzir leite. É o ato da sucção que estimula e mantém a produção de leite. A mama não é "estoque" e sim "fábrica" de leite. O leite vai sendo produzido à medida que o bebê está mamando. Logo que o bebê nasce, as mamas podem ficar bem cheias pois o organismo ainda está se adequando...
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4 poltronas de amamentação para o quarto de bebê

Um dos móveis mais funcionais no quarto de bebê é poltrona de amamentação. Dentre os pré-requisitos para escolher o melhor modelo, o conforto para mãe e filho é fundamental. Para te inspirar, separamos 4 poltronas de amamentação para te inspirar na escolha: 1. Poltrona Mutter cinza, de linho e madeira: Ameise Design | 2. Poltrona de balança de madeira maciça: Grão de Gente | 3. Poltrona Rio, de linho e madeira: Ameise Design | 4. Poltrona rococó Lavander, de linho rosa bebê: Ri-Pô-Pi . . . . . . . . .  Veja também: 5 escrivaninhas para o quarto infantil E mais: 7 ideias para organizar os livros no...
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Agosto Dourado: 20 vantagens da amamentação para bebês e mães

Após sancionada a lei pela Presidência da República, no dia 12 de abril de 2017, Agosto passou a ser o mês do aleitamento materno, um mês inteirinho pró – amamentação. Uma das intenções do projeto “Agosto Dourado” é intensificar ações de conscientização e esclarecimento sobre a importância do aleitamento materno. “Hoje, as famílias estão muito mais conscientes dos benefícios e das vantagens da amamentação, se comparado com as gerações passadas. O leite materno é muito superior a qualquer outro leite ou fórmula artificial e é o alimento mais perfeito e completo da natureza”, explica médica pediatra dra. Gabriela Ochoa, que reuniu para nós as vantagens da amamentação para o bebê e para a mãe. Mas antes das dicas, vale lembrar que a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Ministério da Saúde (MS), a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Academia Americana de Pediatria (AAP) preconizam o aleitamento materno exclusivo até os 6 meses e complementado até os 2 anos ou mais. Vantagens da amamentação para o bebê : Fortalecimento do sistema imunológico (a mãe passa anticorpos através do leite, fortalecendo o sistema imune do bebê). Proteção contra diversas infecções, como as respiratórias, otite (ouvido), intestinais, dentre outras. Proteção contra anemia (graças a presença e boa absorção do ferro). Diminuição do risco de desnutrição. Diminuição do risco de contaminação. Diminuição do risco de alergias (alergias alimentares, dentre elas a alergia à proteína do leite de vaca). Proteção contra diarreia. Fortalecimento dos músculos da face e boca, evitando problemas na fala e dentição. Contribuição para o desenvolvimento da criança (cognitivo e...
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No Ninho: Juliana e os trigêmeos Bento, Bernardo e Gabriela

O No Ninho de hoje é ao cubo! Bento, Bernardo e Gabi nos “receberam” ao lado da mãezona Juliana para um ensaio lindo. As fotos da querida Carla D’Aqui registraram o dia a dia desta família, enquanto nosso bate-papo trouxe diversas dicas, surpresas e aflições desta mãe com a chegada de trigêmeos. Vem ver o que funcionou com ela, as diferenças da gravidez trigemelar e o que muda no dia a dia: COMO ESTAVA SUA VIDA ANTES DE ENGRAVIDAR?  Eu e meu marido, meu namorado na época, havíamos decidido morar juntos há seis meses apenas. Então tínhamos uma vida social agitada. Gostávamos muito de sair com os amigos e receber as pessoas em casa. Fora isso, estava em uma vaga no meu trabalho que costumava viajar muito, muito mesmo! Passava uma semana do mês fora do Brasil. JÁ PLANEJAVA UMA GRAVIDEZ NESTE MOMENTO?  Ninguém planeja uma gravidez trigemelar, acredite! (Risos). Era algo que planejávamos sim, mas acabou sendo antecipado pois tive apendicite e fiz uma cirurgia de emergência. Os remédios que tive que tomar decorrente a cirurgia cortaram o efeito do anticoncepcional. Logo em seguida engravidei. O QUE SENTIU QUANDO DESCOBRIU QUE ESTAVA GRÁVIDA?  No começo foi um susto. Foi uma mistura de sentimentos pois sentia uma felicidade tremenda e ao mesmo tempo medo por saber que era uma gravidez de risco. Acho que meu marido foi peça fundamental. Por ser mais velho que eu, acho que aceitou melhor no começo e me tranquilizou muito. E O QUE SENTIU QUANDO DESCOBRIU QUE ERAM 3?  Primeiro a médica visualizou dois e...
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No Ninho: Patricia Lomonaco + Bernardo

Quem lembra da Olivia, filha da fotógrafa Fernanda Bozza, que já estrelou o No Ninho? Ela gostou tanto de posar para as fotos, que nos apresentou o Bernardo, um de seus melhores amigos. Rs! As mães, claro, são muitos amigas também, e Patricia Lomonaco bateu um longo papo com a gente. As fotos da Fernanda Bozza ficaram lindas, e a matéria cheia de dicas valiosas, principalmente quando os assuntos são preparo para o parto e cuidados no dia a dia (A Patrícia é psicóloga e professora Shantala, inclusive já explicou aqui no site todos os benefícios da shantala para os bebês). Vem ver tudo o que conversamos: QUANDO DESCOBRIU QUE ESTAVA GRÁVIDA, QUAL A PRIMEIRA COISA QUE PASSOU NA SUA CABEÇA? Mesmo antes de fazer o teste eu já pressentia que estava grávida. Falei para meu marido que achava que tinha engravidado, ele respondeu “Nós combinamos que não vamos ficar noiados”. Isso foi logo depois que começamos a tentar. Então, fiquei quieta e esperei o tempo passar, mas com a certeza no coração. Em um domingo à noite fizemos um teste de farmácia e deu positivo! Nem sei descrever o que passou pela minha cabeça, claro que ficamos muito felizes, mas não caiu a ficha naquele momento. Nem chegamos a fazer o teste de laboratório, já fomos direto para o ultrassom. Ficamos alguns dias sem falar para ninguém, foi gostoso curtir só com meu marido a novidade. SEMPRE QUIS TER MENINO? Sempre quis ter um casal, primeiro um menino, depois uma menina (acho que porque lá em casa é assim,...
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Mães criam aplicativo com emojis sobre maternidade

Palavras não foram suficientes para expressar os sentimentos de um grupo de grávidas e mães norte-americanas. Sarah Robinson, Hannah Hudson e Natalie Ralston queriam algo a mais para exemplificar, através do celular, sua situação naquele momento. E foi ai que nasceu o EmojiMom, um aplicativo que reúne diversos emojis sobre maternidade. A ideia é que as mães e futuras mamães possam compartilhar seus sentimentos através de imagens. Em entrevista ao jornal The Huffington Post, Sarah Robinson contou como surgiu a ideia. “Um dia, estava me aprontando para o trabalho – era um dos primeiros dias depois do fim da licença- maternidade - e meu bebê fez xixi na roupa que eu ia trabalhar. Foi um momento tão engraçado e, ao mesmo tempo, me deu vontade de chorar. Mandei uma mensagem contando para a Hannah e a Natalie e dissemos, ‘Sério, tinha que existir um emoji para esse sentimento!’. Então decidimos inventar esse emoji que sentíamos falta." Porém, Sarah ressalta uma função além da diversão para o aplicativo. “Ter um bebê pode ser solitário, em parte porque muitos temas da maternidade ainda são um tabu. Queremos ajudar as gestantes e as mães a se conectarem umas com as outras. Afinal, quando você é mãe de primeira viagem, trocar mensagens é mais do que apenas diversão – geralmente é sua corda salva-vidas”, contou ela ao jornal. E daí, foi só reunir as alegrias e dilemas do dia a dia. Ao todo são 250 emojis que retratam desde os enjoos da gravidez, passando pelo ultrassom e chegando ao desafio de tirar o bebê da fralda e...
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No Ninho: Ana Paula + Laura e Angelina

O No Ninho de hoje traz um trio muito querido. A chef Ana Paula Carrazza, da Fleur de Sucre, abriu as portas de sua casa para uma tarde de fotos e muita brincadeira ao lado das filhas Laura e Angelina. A Carla D'Aqui, que já é a fotógrafa oficial da família, fez cliques lindos e de muito amor entre as irmãs. Aproveitamos o encontro para bater um longo papo com a mãezona, que mostrou que a disciplina que tem na cozinha de seu negócio foi, talvez sem querer, a escola para ser uma boa mãe. Vem ver como ela preparou a Laura para a chegada da Angelina, o que aprendeu com a maternidade e como foi voltar ao comando de sua empresa de bolos e docinhos para festas e casamentos. Vem ver as dicas dela: QUANDO DESCOBRIU QUE ESTAVA GRÁVIDA PELA PRIMEIRA VEZ, O QUE PASSOU NA SUA CABEÇA?  Na primeira vez, estava tentando engravidar fazia uns meses e naquele mês, minha menstruação não desceu no dia previsto. Fiz o teste à noite, no mesmo dia. Quando apareceu aqueles dois pauzinhos, entrei em pânico. Chamei meu marido e ficamos lendo as instruções para ver se estava certo mesmo. Bom, naquela noite não dormi, pensando em como minha vida mudaria, o que seria daqui pra frente, em como eu contaria para todos... Até você se acostumar, a palavra que define é pânico rs! VOCÊ SE PREPAROU DE ALGUMA FORMA PARA O PARTO?  Não fiz muita coisa não. Gostaria de ter feito mais, mas acho que como me sentia muito bem e disposta,...
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Translactação: uma alternativa para as mães com dificuldades para amamentar

No começo deste mês, Fernanda Gentil compartilhou um texto sobre amamentação em seu Facebook. Nele, a apresentadora da Globo conta que seu leite secou, o que a fez se sentir culpada, e sobre a chegada da mamadeira na rotina do pequeno Gabriel, de dois meses. (o relato completo está aqui). Seu depoimento levantou um grande debate na internet, imagino que muitas de vocês tenham lido. Bom, eu li muuuuita coisa - algumas relevantes e outras nem tanto. Li sobre a pega correta (que já tinha ouvido, em uma palestra sobre o tema, não ser "óbvia" nem para a mãe nem para o bebê), sobre o trabalho de enfermeiras que auxiliam as mães nesse processo (que não necessariamente são encontradas na maternidade), entre outras coisas. Mas de tudo, o que achei mais interessante e uma verdadeira novidade para mim foi a translactação! Com toda a minha ignorância sobre amamentação (apesar de já ter lido um bocado a respeito, ainda não tive a experiência), sempre achei que a mamadeira fosse o único destino para as mães que, por diversos motivos, não conseguissem amamentar seus filhos. Já sabia que a sucção do bebê induzia a produção de leite, mas não entendia até que ponto isso poderia ser poderoso! Por isso, achei que seria importante fazermos um post sobre a sonda de translactação. Encontramos uma mãe que fez uso dela e uma pediatra que explicou melhor o processo. Para começar, vamos à definição: a sonda de translactação é um dispositivo que leva, através de um caninho, o leite de um recipiente ou seringa até o bebê enquanto ele mama o peito. Desta forma, o bebê continua a...
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Não se prenda a horários! Respeite o apetite do bebê com a amamentação em livre demanda

Quando me sugeriram para escrever esse post, entrei em pânico ao me lembrar da minha experiência com a amamentação. Sempre achei que por ter o conhecimento técnico e saber da importância dela, amamentaria com muita facilidade meu filho. Ledo engano, a teoria não se aplicou à prática devido a muitos fatores, entre eles, a pressão e a rigidez nos horários das mamadas. Lembro-me como se fosse hoje. Cada pessoa que me visitava na maternidade dava um palpite ou tinha uma dica infalível. "Coma canjica com leite para aumentar o leite; Espere para amamentar, ainda não deu tempo dele sentir fome; Não dê muito colo, ele ficará mal acostumado; Não dê o peito toda hora, você ficará escrava dessa criança; O que você comeu para dar cólica nessa criança?" Com certeza, algumas dessas frases você já deve ter ouvido na sua vida, o que colaborou ainda mais para te confundir. Mas, o que podemos fazer para que esse momento tão importante para construção do vínculo mãe-filho não seja tão traumático? Desmistificando a livre demanda De acordo com a Organização Mundial de Saúde, o leite materno deve ser oferecido até os 6 meses como o titular da alimentação de um bebê. Depois, ele deve ser mantido, mas aliado com a introdução de novos alimentos, até que a criança complete 2 anos. Há 17 anos, quando meu filho nasceu, se recomendava uma amamentação de 3 em 3 horas. Atualmente, a mais recente cartilha de pediatria publicada pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) revisou antigas recomendações sobre cuidados com os bebês. Entre elas, a que talvez mais...
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Minha experiência com a amamentação

Oi, mamães! O tema que escolhi para hoje é muito importante, recebi muitos pedidos para contar como foi minha experiência com a amamentação. Mãe de primeira viagem ou não, sempre surgem dúvidas, né?! Quando o Otávio nasceu, eu era inexperiente, tinha aquela ideia de comerciais de televisão de que tudo seria fácil, mas não foi bem assim. No começo, ia na maternidade pedir ajuda para as enfermeiras, pois tinha dúvidas, como: qual a posição correta para o bebê, o motivo das rachaduras nos mamilos e como seria o desmame. Elas me deram algumas orientações até acabarem as dúvidas. Foi como aprender a andar de bicicleta! Na segunda gravidez, eu já sabia que dores sentiria, como tratar, quais pomadas usar e a posição correta para o Miguel mamar, não precisei pedir mais ajuda. Os meninos não tiveram problemas na adaptação da mamadeira, o Otávio parou de mamar no peito com 6 meses e o Miguel com 5, foi super natural com os dois, acredito que porque eles descobriram que era mais fácil de sugar. Mas já por volta dos 3 meses, meu médico me aconselhou a complementar a amamentação do Miguel com leite misto (leite materno + leite de fórmula) pois o meu leite havia diminuído e o de fórmula ajudaria na alimentação dele. Como tinha que dividir minha atenção com os dois, era mais difícil descansar o tempo necessário, o que para quem não sabe, é tão importante na amamentação quanto beber muita água e se alimentar bem! ( Maria e Miguel ) Falando em alimentação, eu não mudei...
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