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Saúde

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Oftalmopediatria

Você já levou seu filho ao oftalmopediatra? Essa consulta é de extrema importância e muitas vezes é esquecida pelas mamães. Estava conversando com Drª. Cecília Moeller e ela explicou um pouco como funciona a visão de um bebê: O bebê enxerga desde o nascimento, mas tem uma visão de vultos, uma vez que o sistema visual não esta completamente formado. É como se visse o mundo com um vidro embaçado. Tudo depende de treino assim como andar e falar. Por  volta de 1 mês a e meio o bebê já sorri ao ver o rosto do adulto e com 2 meses já é capaz de fixar e seguir objetos com o olhar. Cerca de 90% da visão irá se desenvolver até os 2 anos de idade, mas apenas por volta dos 7 anos a capacidade total de enxergar estará completamente formada, havendo um aprimoramento na acuidade visual, percepção de cores, contrastes e nitidez. Depois dos 7 anos, em média, os problemas não tem mais solução ou os resultados são muitos ruins. É por esse motivo que a primeira consulta oftalmológica deve ser realizada entre 6 meses e 1 ano de idade. Até os 4 anos de idade, o recomendado é visitar o oftalmologista a cada 6 meses e depois deste período critico de desenvolvimento visual, na maioria dos casos, as consultas podem ser anuais. E se a criança vir a precisar de óculos, capriche na escolha da armação!...
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Marmitinhas decoradas

Depois que a Celina contou da dificuldade de fazer sua filhota comer, me lembrei do Bentô! Bentô é uma espécie de marmitinha japonesa toda decorada. Elas são super coloridas, nutritivas e muito fofas. Servem de inspiração pra decorar o pratinho do pimpolho e deixar a refeição mais alegre! Pela internet é possível achar vários sites que ensinam como fazer o seu Bentô e no Flickr encontra-se fotos de Bentôs super caprichados, como este acima. Foto: Panela...
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Comer ou não comer? Não é nossa decisão...

Mommies, Se vocês têm filhos que também se increveram no curso para virar Faquir, vão se identificar com esse post, ou melhor, com esse desabafo!! A minha filha, hoje com 1 ano e 5 meses, está fazendo uma escola incrível em como NÃO COMER durante as refeições. Parece estar querendo virar PhD nisso! Vale ratificar que é durante as refeições, porque claro, entre elas, se deixar ela mata um dogão com purê e batata palha! Desde que fiz a transição do leite para a papinha já havia percebido que a vida não seria muito fácil nesse quesito. Enfim, eu já testei de tudo para ser bem sucedida! Fiz palhaçada, dancei, usei peruca (aquelas que a gente ganha em casamento, sabe?), coloquei DVDs mil, Kit Mágica, Bolinha de Sabão... ou seja, praticamente usei todos os apetrechos dos camelôs da Rua 25 de Março. AH! Tambem descobri uma super colher na Amazon.com, que você coloca a papinha dentro, ela sai direto na colher, e a criança não vê a comida! Estive empenhada, acreditem!!! Afinal me cobrava cada colherada que ela punha pra dentro! A babá, se já não me conhecesse bem antes de eu dar à luz, provavelmente teria aberto mão do salário dela para me internar num sanatório! Óbvio que crianças são espertas e se desenvolvem, e o “truque” da semana anterior, já não tinha mais graça na semana seguinte. E lá ia eu usar minha criatividade... até que CANSEI! Toda minha energia para o circo foi se transformando em irritação. Já nem mais presenciava o momento da comida, delegava para a babá e...
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Xô, conservantes!

Mommies, Achei uma solução ótima para quem não é amiga do fogão como eu! Chega de desespero se não der tempo de cozinhar ou fazer o supermercado. Ou ainda, vai viajar e não quer levar papinha industrializada? Levou um cano da babá e ficou na mão? Acredite, isso infelizmente não acontece só com o vizinho... Achei no bairro de Moema (São Paulo), uma empresa que oferece papinhas saudáveis e super práticas! Chama-se EMPÓRIO DA PAPINHA. Eles usam apenas ingredientes orgânicos e têm mil receitas. Uma nutricionista supervisiona todo o processo, desde a seleção dos ingredientes até a fabricação, para garantir que tudo seja realmente fresquinho e com os devidos nutrientes. E os cardápios são divididos em quatro fases de acordo com a idade do bebê/criança. Fiquei encantada com a variedade e criatividade das opções. Para quem se preocupa com a alimentação das crianças e não quer que seu filho consuma agrotóxicos (ao menos enquanto bebê/criança, porque no futuro a gente não controla...), é reconfortante saber que há algo assim no mercado! E o melhor? Tem delivery!! (não falei que era prático?rs) Vale espiar o site que é bem bacana! E quem tiver dicas de empresas similares em outras cidades/estados, conta para a gente nos comentários, por favor! Beijos,...
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Armazenamento das células-tronco

Deixando toda a polêmica em torno da pesquisa de células-tronco embrionárias de lado (já que não é disso que estamos falando), ao que parece, ainda há bastante discussão sobre o armazenamento particular das células-tronco de cordão umbilical. Pensando em todas as expectativas e esperanças nos avanços das pesquisas e dos tratamentos (pois, ao que tudo indica, estão ainda em estágio inicial), o armazenamento é uma "aposta". Uma aposta do tipo "seguro de saúde" -  a gente paga, mas espera nunca precisar usar. Mas é justamente em torno dessa questão - de quem se beneficiaria do tratamento - que gira a polêmica do armazenamento. Segundo a Anvisa, já foram feitos mais de 9.000 transplantes de sangue  utilizando como fonte o sangue de cordão umbilical. Mas foram transplantes alogênicos, ou seja, com sangue de cordão umbilical de terceiros (doadores) armazenados em bancos plúbicos. Transplantes em que doador = paciente (autogênicos), com sangue armazenado em bancos privados, parece que foram pouquíssimos. João Paulo Baccara, coordenador de Política Nacional de Sangue e Hemoderivados, explicou, em reportagem para a revista Época, que "a possibilidade de usar o cordão para a própria criança é mínima: de 1 para 20 mil", porque "a célula-tronco da criança traz todos os eventuais problemas que aquele adulto desejará tratar no futuro.'' Além disso, "o volume de sangue de um cordão é suficiente apenas para um paciente de até 50 quilos, ou seja, pouquíssimos adultos. Nos bancos públicos, podem-se juntar amostras de dois doadores compatíveis'', explica Patrícia Pranke, médica do Laboratório de Células-Tronco e Banco Público de Sangue de Cordão Umbilical...
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