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Saúde dos pequenos

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8 dúvidas comuns sobre sonambulismo

O sonambulismo, transtorno do sono que faz com que pessoas se movimentem ou falem enquanto dormem, costuma despertar muitas dúvidas. Mais comum do que parece, o distúrbio afeta cerca de 20% das crianças entre 3 e 10 anos. Segundo o Dr. Álvaro Pentagna, neurologista do Hospital e Maternidade São Luiz, “os pacientes sonâmbulos frequentemente melhoram com o avanço da idade, mas devem procurar ajuda de um especialista se o problema estiver causando medo e preocupação”. Abaixo, o especialista esclarece as principais dúvidas sobre o assunto: 1. O que é sonambulismo? O sonambulismo é um tipo de parassonia e consiste em comportamentos não esperados ou desagradáveis durante o sono. No quadro, as funções motoras despertam, mas a consciência não, e assim a pessoa interage parcialmente com o ambiente, podendo se mexer muito, falar ou até perambular pela casa durante a noite. 2. Por que ocorre? Pode ser hereditário, mas costuma ter algo que desencadeia – geralmente um barulho, um som ou um estímulo, levando a pessoa a se conectar parcialmente com o ambiente. 3. Em qual estágio do sono ocorre o sonambulismo? Ocorre no estágio não-REM, na primeira das seis passagens noturnas do sono profundo. Na fase REM, os olhos se movimentam rápido e a musculatura relaxa, ficando mais flácida, justamente para não interagirmos com o sonho. 4. É verdade que não se pode acordar alguém durante o sonambulismo? Mito. Na verdade, nessas situações o sonâmbulo pode ter um despertar muito confuso e agitado. O ideal é ir com calma, falar baixo e conduzir a pessoa calmamente até um lugar...
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Atividades físicas para cada fase da infância

A prática de atividades físicas, além de contribuir para o desenvolvimento saudável, é uma boa maneira de evitar que as crianças passem tempo demais no computador ou no videogame. Hábitos saudáveis adquiridos desde cedo ajudam a criança a ter uma melhor qualidade de vida quando adulta, prevenindo possíveis doenças causadas pelo sedentarismo. Mas para escolher a melhor opção em cada etapa da vida, é importante ter conhecimento de que há esportes específicos que auxiliam no desenvolvimento biológico, social e físico. Abaixo, o Dr. Fabiano Prata, especialista em ortopedia pediátrica do Hospital e Maternidade São Luiz, indica quais os esportes mais adequados para cada faixa etária. Foto: kids.lovetoknow.com De acordo com o especialista, praticar atividades físicas precisa ser mais uma questão de diversão do que obrigação. É importante que os pais tomem cuidado para não sobrecarregar a criança. Atividades muito pesadas podem causar problemas na formação dos músculos, principalmente na infância, período de crescimento ósseo e amadurecimento biológico. Até completar o primeiro ano de vida É indicado que as atividades básicas sejam caminhar e andar. De 1 a 6 anos A natação é um dos esportes mais indicados, principalmente para os bebês, uma vez que ajuda a trabalhar o sistema respiratório e a melhorar o desenvolvimento motor, o equilíbrio e a postura. Além disso, a criança deve subir e descer escadas e se adaptar aos diferentes terrenos. Entre 6 e 12 Os pais já podem ingressá-la em uma escola de esportes para que ela possa aprender técnicas e regras, verificar suas aptidões físicas e estimular a competitividade. Esportes como vôlei,...
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Qual a idade certa para o bebê começar a andar?

Muitas mães se afligem ao ouvir de outras mães que seus bebês já começaram a andar e o seu ainda não. Mas, na maioria das vezes, não há motivos para prepocupações! A fisioterapeuta pediátrica, Dra. Fernanda Davi, especialista em desenvolvimento e reabilitação motora, explica como acontece o desenvolvimento motor da criança: Deixe as comparações de lado O ritmo de desenvolvimento motor na fase de 10 meses a 1 ano e dois meses é muito variável. Ou seja, um bebê pode andar muito antes que outro, sem que isso signifique um atraso neurológico. Não existe criança preguiçosa, cada uma tem seu tempo. "A velocidade não pode ser confundida com inteligência acima da média. No primeiro ano de vida, do ponto de vista motor, a criança desenvolve tudo o que será necessário para a vida adulta, como sentar, andar, comer sozinho, agachar, subir e descer escadas, tomar líquidos fora da mamadeira ou correr. E tudo isso acontece naturalmente". Incentive, mas sem estressar Você pode ajudar a criança a ficar de pé e se posicionar a uma certa distância para que ela se esforce para chegar até você. Usar brinquedos para que o pequeno tente pegá-lo também pode ser um recurso. Mas lembre-se que tudo isso deve ser feito sem estressar a criança e sem pular etapas. "A criança precisa aprender primeiro a sustentar a cabeça e o tronco, depois, então, ela consegue sentar. Ao adquirir  força tanto nos braços como nas perninhas, ela se sente capaz de 'minhocar' e depois engatinhar. Aos poucos, mais segura, ela fica em pé, dá uns...
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A importância do teste do pezinho

Não deve ser novidade para nenhuma de nossas leitoras a importância da triagem neonatal, também conhecida como teste do pezinho, um exame simples capaz de detectar doenças como a fenilcetonúria, hipotireoidismo, anemia falciforme e fibrose cística. Mas, aproveitando que o dia 6 de junho é o Dia Nacional do Teste do Pezinho, convidamos a pediatra do Hospital e Maternidade São Luiz, Alessandra Cavalcante, para falar um pouquinho mais sobre o assunto. Foto: How Done Onde e como fazer o teste do pezinho? Exigido por lei, o teste do pezinho costuma ser realizado na maternidade ou hospital onde o bebê nasceu, entre o terceiro e o sétimo dia de vida, a partir de gotinhas de sangue retiradas do calcanhar. O pé é uma parte do corpo rica em vasos sanguíneos, o material para o exame pode ser colhido em uma única picada, rápida e quase indolor para o recém-nascido. A identificação precoce de qualquer anomalia permite que o tratamento adequado seja prontamente instituído, evitando que a criança sofra danos cerebrais irreversíveis. Assim, é possível começar um tratamento adequado nas primeiras semanas de vida do bebê e evitar consequências graves no futuro. As quatro doenças que, por lei, devem ser identificadas a partir do teste do pezinho: - Fenilcetonúria: uma doença que causa um comprometimento neurológico no desenvolvimento da criança; - Hipotireoidismo congênito: doença que pode levar ao retardamento mental e malformações físicas; - Anemia falciforme: pode levar a alterações em todos os órgãos e sistemas do corpo; - Fibrose Cística: doença que leva à produção de uma grande quantidade de...
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Angústias de mãe: cuidados com a virose nessa época do ano

Nesta época do ano, as mudanças bruscas de temperatura e a baixa umidade do ar resultam na proliferação de viroses transmitidas em locais fechados e com grande volume de pessoas. Por terem o sistema imunológico mais frágil, as crianças são diversas vezes afetadas por gripes e resfriados que podem evoluir para quadros mais graves que geralmente acabam com a tranquilidade das mães. Abaixo, a pediatra Alessandra Cavalcante, do Hospital e Maternidade São Luiz, dá algumas dicas de como prevenir e tratar o problema. . Sintomas Febre, mal-estar e diarreias estão entre as complicações mais comuns que se desencadeiam a partir do contato com esses vírus. A doença diarréica aguda, que se manifesta por meio do aumento no número de evacuações, com fezes aquosas ou de pouco consistência, é a síndrome que mais se desenvolve como virose, principalmente em crianças. “Durante a troca de estações é natural receber pacientes com as mesmas queixas. Diarréia, vômito, febre. O quadro dura cerca de 14 dias e é decorrente de dois causadores principais, o RotaVírus e o AdenoVírus. Quando tais vírus estão acompanhados de quadros respiratórios se tornam maioria em internações”, explica. Tratamento O tratamento é sintomático, ou seja, não existe um único medicamento a ser indicado e a hidratação da criança se torna prioridade. “É importante que os pais se mantenham calmos e atentos às mutações da virose. O ideal é ingerir muito líquido, inclusive o soro. Não adianta se preocupar inteiramente com a alimentação, pois a criança perde grande parte do apetite e, dependendo da idade, deve-se tomar cuidado com os...
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Cuidados com a pele e o cabelo das crianças no verão

No carnaval, muitas famílias vão viajar para a praia e as crianças, invariavelmente, ficam expostas ao sol. Mas você sabia que o filtro solar não é suficiente para proteger a pele da sua criança? Dr. Marcelo Reibscheid, pediatra do Hospital São Luiz, diz que o uso de bonés e chapéus é tão importante quanto repetir a aplicação do protetor toda vez que a criança sai da água. Os acessórios também servem como protetor não só da pele, mas também dos cabelos, evitando que fiquem muito danificados. Lavar bem a cabeça da criança com xampu neutro logo após a ida à praia ou piscina também ajuda. “É preciso cuidar da higiene pós-sol, para tirar o cloro ou resíduos do mar do corpo e dos cabelos”. Se a criança for passar um dia inteiro entre água e areia, um banho na hora do almoço e outro ao final da tarde é o mais indicado. O sol e o bebê Com crianças de menos de um ano, todo cuidado é pouco. “Eu não libero os pais para levarem as crianças com menos de um ano para a praia ou piscina. Se eles forem mesmo assim, é importante deixá-las até mesmo com roupa”, diz o pediatra. Proteger a pele das crianças com uma camiseta mais larguinha é o ideal, e os pais devem se ater aos horários em que o sol está mais fraco. “Somente entre oito e dez da manhã, ou depois das quatro da tarde”, alerta Reibscheid. O bebê não deve passar mais do que 20 minutos ao sol. Como não é recomendado o uso...
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Dentinhos saudáveis

Jack n' Jill é uma marca de pasta de dentes australiana totalmente natural. Os ingrediente são orgânicos e estão disponíveis em sabores deliciosos como banana, morango e amora. Uma opção saudável e gostosa para as crianças. Os produtos da Jack n' Jill podem ser adquiridos no site (e entregues no...
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Oftalmopediatria

Você já levou seu filho ao oftalmopediatra? Essa consulta é de extrema importância e muitas vezes é esquecida pelas mamães. Estava conversando com Drª. Cecília Moeller e ela explicou um pouco como funciona a visão de um bebê: O bebê enxerga desde o nascimento, mas tem uma visão de vultos, uma vez que o sistema visual não esta completamente formado. É como se visse o mundo com um vidro embaçado. Tudo depende de treino assim como andar e falar. Por  volta de 1 mês a e meio o bebê já sorri ao ver o rosto do adulto e com 2 meses já é capaz de fixar e seguir objetos com o olhar. Cerca de 90% da visão irá se desenvolver até os 2 anos de idade, mas apenas por volta dos 7 anos a capacidade total de enxergar estará completamente formada, havendo um aprimoramento na acuidade visual, percepção de cores, contrastes e nitidez. Depois dos 7 anos, em média, os problemas não tem mais solução ou os resultados são muitos ruins. É por esse motivo que a primeira consulta oftalmológica deve ser realizada entre 6 meses e 1 ano de idade. Até os 4 anos de idade, o recomendado é visitar o oftalmologista a cada 6 meses e depois deste período critico de desenvolvimento visual, na maioria dos casos, as consultas podem ser anuais. E se a criança vir a precisar de óculos, capriche na escolha da armação!...
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Armazenamento das células-tronco

Deixando toda a polêmica em torno da pesquisa de células-tronco embrionárias de lado (já que não é disso que estamos falando), ao que parece, ainda há bastante discussão sobre o armazenamento particular das células-tronco de cordão umbilical. Pensando em todas as expectativas e esperanças nos avanços das pesquisas e dos tratamentos (pois, ao que tudo indica, estão ainda em estágio inicial), o armazenamento é uma "aposta". Uma aposta do tipo "seguro de saúde" -  a gente paga, mas espera nunca precisar usar. Mas é justamente em torno dessa questão - de quem se beneficiaria do tratamento - que gira a polêmica do armazenamento. Segundo a Anvisa, já foram feitos mais de 9.000 transplantes de sangue  utilizando como fonte o sangue de cordão umbilical. Mas foram transplantes alogênicos, ou seja, com sangue de cordão umbilical de terceiros (doadores) armazenados em bancos plúbicos. Transplantes em que doador = paciente (autogênicos), com sangue armazenado em bancos privados, parece que foram pouquíssimos. João Paulo Baccara, coordenador de Política Nacional de Sangue e Hemoderivados, explicou, em reportagem para a revista Época, que "a possibilidade de usar o cordão para a própria criança é mínima: de 1 para 20 mil", porque "a célula-tronco da criança traz todos os eventuais problemas que aquele adulto desejará tratar no futuro.'' Além disso, "o volume de sangue de um cordão é suficiente apenas para um paciente de até 50 quilos, ou seja, pouquíssimos adultos. Nos bancos públicos, podem-se juntar amostras de dois doadores compatíveis'', explica Patrícia Pranke, médica do Laboratório de Células-Tronco e Banco Público de Sangue de Cordão Umbilical...
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