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Exame de trombofilia para mulheres pelo SUS agora é lei em SP

Começou a vigorar em São Paulo a lei 16.599, que garante a toda mulher o direito a fazer o exame que detecta a trombofilia pelo Sistema Único de Saúde (SUS). “Trombofilias são alterações da coagulação que resultam em risco aumentado para trombose (obstrução de algum vaso do corpo por coágulo). As trombofilias podem ser hereditárias, em que a mulher já nasce com a alteração genética que predispõe a trombose, ou adquiridas, nas quais o organismo da mulher desenvolve anticorpos associados à ocorrência desses fenômenos”, explica o médico e mestre em obstetrícia e ginecologia pela USP Dr. Wagner Hernandez. Para entender melhor o que a nova regra traz de benefícios, quem são as mulheres do grupo de risco e como diminuir as chances de trombose, veja as considerações do dr. Wagner. A TROMBOFILIA APRESENTA SINTOMAS PRÉVIOS QUE ALERTAM PARA O RISCO? As trombofilias não apresentam sintomas. Os sintomas são consequências das tromboses decorrentes das trombofilias. Nesses casos, dependerão da parte do corpo acometida. Devido à obstrução da veia por coágulos, geralmente os sintomas serão de inchaço, dor e vermelhidão no local da trombose. EXISTEM FATORES QUE PODEM PIORAR O QUADRO? Existem fatores que aumentam o risco de trombose e que, se associados, podem precipitar a formação dos coágulos nas veias. Os mais importantes são: Obesidade Tabagismo Mulheres acima dos 35 anos Imobilização prolongada por cirurgia ou trauma Uso de alguns hormônios para anticoncepção ou reposição hormonal Gravidez Pós-parto COMO SE DETECTA A TROMBOFILIA? A suspeita de trombofilia deve ser sempre realizada em mulheres com antecedente pessoal ou familiar (em primeiro...
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Descubra o que pode cortar o efeito da pílula anticoncepcional

No último No Ninho de trigêmeos que publicamos no site, a mãe Juliana nos contou que engravidou após o uso de medicamentos pós-cirúrgicos cortar o efeito da pílula anticoncepcional. Para entender melhor o que pode cortar o efeito da pílula anticoncepcional, conversamos com o médico e mestre em obstetrícia e ginecologia pela USP Dr. Wagner Hernandez. Vem ver os cuidados que ele ressalta para quem não planeja uma gravidez neste momento: - É VERDADE QUE ANTI-INFLAMATÓRIO CORTA O EFEITO DA PÍLULA? ALGUM OUTRO MEDICAMENTO TEM ESTE PODER? O anti-inflamatório não corta o efeito da pílula pelo que demostram estudos, tanto que não constam nas bulas dos anticoncepcionais um alerta específico. O que pode acontecer é que o uso de muitos medicamentos podem levar a vômitos e diarréia e isto indiretamente levar a perda do efeito do anticoncepcional. Outra situação comum é a paciente confundir os antinflamatórios com anticovulsivantes ou antibióticos que são medicamentos que podem reduzir o efeito da pílula. - O QUE PODE INIBIR OU CORTAR O EFEITO DA PÍLULA ANTICONCEPCIONAL? O metabolização da pílula acontece pelo fígado e medicamentos que alteram algumas enzimas hepáticas podem diminuir ou cortar o efeito da pílula. Os principais medicamentos que colocam as usuárias de pílulas em risco de uma gravidez indesejada são os anticonvulsivantes (Fenobarbital, Carbamazepina, Basrabitúricos, etc). Vale lembrar que o Topiramato é um anticonvulsivante muito utilizado para emagrecimento e que este também pode interferir no efeito do anticoncepcional. O único antibiótico que comprovadamente diminui a eficácia da pílula é a Rifampicina. Todos os outros antibióticos não tem comprovação científica, porém...
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Monitor de fertilidade aumenta em 89% as chances de engravidar

As mulheres que sonham com a maternidade ganharam uma ajuda de peso. A gente conheceu na semana passada o monitor de fertilidade da Clearblue, e ficamos impressionados com a funcionalidade. Ele é muito simples de usar, e basicamente funciona da seguinte maneira: após fazer xixi no palitinho e introduzir na máquina, ele rastreia os níveis de dois importantes hormônios relacionados à gravidez (estrogênio e luteinizante). Com os níveis em mão, o aparelho te mostra quais os dias mais certeiros para engravidar, e os menos. E o legal, é que o aparelho cria um histórico personalizado sobre o ciclo menstrual da mulher, o que ajuda também a identificar possíveis problemas de saúde. Segundo estudos feitos pela própria marca, tal ajuda proporcionou um aumento de 89% as chances de engravidar.  Este monitor de fertilidade ainda não chegou no Brasil, sendo possível encontrar apenas nos Estados Unidos e em alguns países da Europa. Para ficar ainda mais claro, encontramos o vídeo abaixo. Dá uma olhada: https://youtu.be/XmGltNyMzpo Veja também: A importância da vitamina D na gravidez E mais: A importância do pré-natal e os exames...
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A importância da vitamina D na gestação

A deficiência de vitamina D no organismo de pessoas de diferentes idades já se tornou uma situação comum nos dias de hoje (cerca de 90% da população mundial apresenta essa defasagem). A grande causa disso é a vida indoor, sem exposição ao sol, que é a maior fonte dessa importante vitamina. E se para uma pessoa em condições normais, a falta dela pode causar doenças graves, como câncer, osteoporose, entre outras, para as grávidas o risco é ainda maior. De acordo com o dr. Guilherme Loureiro, obstetra da Maternidade Pro Matre Paulista, a carência de vitamina D pode ter consequências preocupantes para gestantes. “Baixos níveis de 25 OH Colecalciferol (vitamina D) podem induzir um parto prematuro, aumentar as chances de pré-eclâmpsia – que é a hipertensão arterial específica da gravidez – e fazer com que o bebê também nasça com a deficiência da vitamina”, explica ele. Além dos problemas gerados durante a gravidez, o médico ainda ressalta um para os bebês. “Outro fator comprovado ligado à falta do hormônio é que mães que não estão com seus níveis de vitamina D em dia durante a gestação dão à luz mais facilmente a bebês com autismo.” COMO TER BONS NÍVEIS DE VITAMINA D Para repor a vitamina D e evitar danos à saúde é importante: manter uma dieta saudável, composta por carnes, peixes, leites e ovos, por exemplo; E fazer banho de sol. “A vitamina D só é absorvida adequadamente com a exposição da pele direto ao sol, completamente livre de outras barreiras. O certo seria ficar no sol sem protetor solar por...
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A importância do pré-natal e os exames obrigatórios

A gestação é um momento de muitas mudanças para a mamãe. Sejam físicas ou emocionais, as transformações precisam de um acompanhamento médico. E é ai que começa o pré-natal. A rotina de visitas ao médico e realizações de exames não é apenas para verificar a saúde do bebê, mas também para contribuir para que a gestante possa dar à luz uma criança saudável preservando sua saúde do começo ao fim da gravidez. Para entender melhor a importância do pré-natal, conversamos com o médico e mestre em obstetrícia e ginecologia pela USP Dr. Wagner Hernandez, que explicou cada etapa e os exames obrigatórios. Vem ver: QUANDO DEVE COMEÇAR O PRÉ-NATAL?  Idealmente deveria começar com uma consulta pré-concepcional, na qual o obstetra procura identificar problemas e fatores de risco que possam ser corrigidos antes mesmo da gravidez acontecer. Infelizmente, nem todas as mulheres tem acesso a este tipo de consulta e neste caso o pré-natal deve ser iniciado tão cedo ela perceba que está gestante. QUANTAS CONSULTAS SÃO RECOMENDADAS?  O Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde preconizam pelo menos 6 consultas de pré-natal para considerar que uma mulher tenha tido uma assistência adequada. Geralmente, indicamos que a mulher tenha uma consulta por mês até o sétimo ou oitavo mês. A partir daí, uma consulta quinzenal até o nono mês, quando as consultas passam a ser semanais. Desta maneira, se considerarmos uma mulher que iniciou seu pré-natal com 6 semanas de gravidez ela deveria ter em média de 10 a 12 consultas. QUAIS OS PRINCIPAIS ACONTECIMENTOS/AÇÕES DO PRIMEIRO TRIMESTRE DA GRAVIDEZ? ...
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Incompatibilidade sanguínea: descubra se você e seu bebê correm este risco

Existem dois tipos de incompatibilidade sanguínea. A ABO, quando a mãe tem o tipo sanguíneo A e o bebê B; mãe B e o bebê A; mãe O e o bebê A; ou mãe B e o bebê AB. Já a outra incompatibilidade está ligada ou fator Rh, e é a mais grave. Ela ocorre quando a mãe tem o Rh negativo e o bebê Rh positivo. Neste caso, o organismo da mulher começa a produzir anticorpos anti-Rh para tentar destruir o agente Rh do feto, considerado um "intruso". Para entender como isto ocorre, as precauções e riscos para a gestante e bebê, conversamos com o médico e mestre em obstetrícia e ginecologia pela USP Dr. Wagner Hernandez. POR QUE OCORRE INCOMPATIBILIDADE SANGUÍNEA?  Durante a gravidez e parto, existe contato do sangue fetal e materno. Este contato quando ocorre entre mães e bebês que tem tipos de sangue diferentes, podem deflagrar uma reação imunológica (como em uma pessoa que recebe um transplante de órgão e o rejeita). Felizmente este problema só ocorre em mulheres que tem o tipo de sangue negativo e o pai do bebê sangue positivo, o que permite que o feto tenha o sangue positivo também. Nesta situação, grávidas com o sangue negativo podem reconhecer as hemácias (células do sangue responsáveis por carregar o oxigênio para os órgãos) positivas do seu bebê como um “intruso” e neste momento o sistema imunológico pode aprender a fazer células para destruir este invasor. QUAIS OS RISCOS PARA A GESTANTE?  Para a gestante, não há riscos. Os riscos são exclusivamente para o...
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Tira-dúvida: vacinação contra a gripe H1N1 em crianças

Atenção papais e mamães, começa nesta segunda-feira (11) a vacinação contra a gripe H1N1 para gestantes, crianças entre 6 meses e 5 anos e idosos. Para entender toda a polêmica envolvendo a doença e suas formas de prevenção, fomos conversar com a dra. Paula Woo, pediatra neonatologista da Universidade de São Paulo, que além de salientar a importância da vacina, também deu dicas de rotina para proteger os pequenos. Dá uma olhada: Por que houve essa antecipação no programa de vacinação contra a gripe H1N1? A campanha de vacinação contra a gripe foi antecipada pelo aumento no número de casos. Em São Paulo, iniciou no dia 04 de abril para os profissionais da área de saúde. No dia 11/4 o foco serão as gestantes, idosos (acima de 60 anos) e crianças entre 6 meses e 5 anos. A partir do dia 18/04 o alvo serão as puérperas (mulheres que acabaram de ter filhos) e pacientes com doenças crônicas. No programa, apenas crianças acima dos seis meses e menores que cinco anos estão no grupo de maior risco. Por que essa faixa etária é tão preocupante? Nessa faixa etária, as criança estão mais susceptíveis às doenças infectocontagiosas. Isso se deve a diversos motivos. Entre eles, porque possuem um repertório imunológico menos vasto, fazendo com que adoeçam com mais frequência. Outro motivo é que nessa idade, as crianças possuem rotina de higiene menos rigorosa, isto é, lavam as mãos com menos frequência, se esquecem de cobrir o rosto ao espirrar e tossir, por exemplo. E nessa idade, elas brincam compartilhando tudo, inclusive...
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Spotify lança playlist para a hora do parto

Tem novidade para as grávidas que estão prestes dar à luz. Um obstetra inglês chamado Jacques Moritz decidiu fazer sua contribuição para este momento tão especial e, em parceria com o Spotify, criou uma playlist para a hora do parto. Em entrevista ao jornal britânico Daily News, o médico diz que 90% de seus pacientes contam com ajuda da música para encontrar conforto e força. "A música influencia fortemente o sistema límbico do nosso sistema nervoso central, que gerencia nossas memórias, emoções e como lidamos com o medo e a dor." E olha que máximo. A Birthing Playlist, como foi batizada, traz músicas para todas as etapas do trabalho de parto. Ou seja, começa com canções suaves e músicas com batidas fortes para a hora "H". "Além da ajuda emocional que a música pode trazer, os hospitais, especialmente as salas de parto, podem ter ruídos desconcertantes - uma boa lista de reprodução ajuda a distrair as mães destes sons e administrar melhor o medo e a dor, tendo uma experiência de entrega mais positiva", continua Jacques Moritz. E, ao final da entrevista, ele ainda deu dicas para as gestantes que querem montar suas próprias playlist: - Escolha músicas confortantes e familiares, para que você possa relaxar o máximo que puder. - Escolha algumas instrumentais, porque as letras podem ser uma distração quando você mais precisa se concentrar. - Abuse da quantidade de músicas. Monte a lista pensando, em média, em 5 horas - embora 10 horas seja melhor, especialmente para mães de primeira viagem. - A lista deve ser bonita e fazer você se...
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Mitos e verdades sobre gravidez de gêmeos

Será que toda mulher com histórico de gêmeos na família terá uma gravidez de gêmeos? E que todo descendente de oriental não pode gerar filhos aos pares? O risco na gestação é maior ou menor? Estas são alguns dos mitos e verdades que o médico e mestre em obstetrícia e ginecologia pela USP Dr. Wagner Hernandez tirou em entrevista ao blog. Vem ver as explicações: COMO ACONTECE A CONCEPÇÃO GEMELAR?  Existem duas maneiras para que ocorra uma gestação gemelar. Uma dá origem à gravidez conhecida como monozigótica, na qual um óvulo é fecundado por um espermatozoide: após a formação do ovo, este sofre uma divisão e dá origem a dois fetos geneticamente iguais. E a outra, conhecida como dizigótica, na qual dois ou mais óvulos são fecundados pelo mesmo número de espermatozoides, dando origem a dois ou mais fetos geneticamente diferentes. As monozigóticas tem frequência constante na população, enquanto as dizigóticas variam de acordo com alguns fatores de risco, como as gestações oriundas de reprodução assistida e a idade da mulher. COMO FUNCIONA A QUESTÃO GENÉTICA? SEMPRE PULA UMA GERAÇÃO?  A questão genética é sim um fator que pode aumentar a chance de uma gestação gemelar espontânea. Este fator é predominantemente da família da mulher. Não pula geração e quanto mais próximo o familiar com gêmeos, maior é a chance. Ou seja, a mulher que tem um irmão/irmã gêmeo, acaba tendo as maiores chances. É VERDADE QUE QUANDO O TESTE DE GRAVIDEZ ESTÁ MUITO ESCURO É UM SINAL DE GÊMEOS?  Não exatamente. O que acontece é que numa gestação gemelar a quantidade...
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Enquete CZ: mães escolhem entre canguru e sling

Depois dos carrinhos preferidos, chegou a vez das mães escolherem entre canguru e sling na Enquete CZ do nosso Instagram (@babies_cz). Foram quase 60 comentários, e o vencedor foi o sling, que muitas argumentaram ser o mais confortável para elas e os bebês. Abaixo, você pode ver comentários interessantes e dicas que algumas mamães compartilharam com a gente: "Usei o sling até os 3 meses do bebê, e depois o canguru" "Uso sling e acho muito confortável tanto pra mim como para o meu bebê! Uso desde que ele tinha 3 semanas e é uma delícia tê-lo tão pertinho de nós!" "Uso o canguru da ergobaby, é ótimo e não faz mal nenhum para as perninhas da bebê! E ajustando certinho também não dá dor na coluna!" "Canguru ergonómico (a criança fica sentadinha com as pernas em W). Uso o Manduca, marca da Alemanha" "Para denguinho em casa, passeio no bosque: sling. Para aeroportos: canguru!" Veja também: O carrinho de bebê mais usado pelas mães E mais: Dicas valiosas para viajar com...
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