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Nutrição em família

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O cuidado com mamadeiras de plástico

Ele não aparece e o nome bem que poderia decorar caixinhas de remédio. Mas o Bisfenol A (BPA), produto químico usado na fabricação de plásticos, é bastante utilizado no revestimento interno de todas as latas de alimentos e bebidas, inclusive de produtos para alimentação de bebês. Por ser forte, leve e duradouro, aumentando a durabilidade do produto, o Bisfenol A está maciçamente presente nas mamadeiras. E aí está o perigo. Se mal fabricada, a mamadeira revestida com o produto pode permitir que a substância migre para o alimento, fazendo com que o seu bebê ingira o tóxico junto com o alimento fornecido. Para piorar, isso ocorre principalmente quando o alimento é aquecido, pois o calor propicia a migração do BPA. Agora que você já sabe o que é o BPA, vamos entender o porquê dele ser tão prejudicial à saúde.  Diversos estudos mostram que essa substância pode provocar câncer, influenciar a má formação de órgãos masculinos do feto, ser responsável por puberdade precoce em meninas e até causar hiperatividade. Essas toxinas enviam falsas mensagens para o nosso organismo, alterando a ação dos hormônios produzidos pelo nosso próprio organismo, principalmente daqueles envolvidos com o controle energético como catecolaminas, hormônios tireoidianos, estrogênio, testosterona, cortisol, insulina, hormônio do crescimento e leptina, podendo provocar problemas no futuro como a obesidade e a resistência em perder peso. Algumas pesquisas indicam que o risco é ainda maior em crianças, por isso o BPA já foi banido no Canadá, França, Dinamarca e Costa Rica. Nos Estados Unidos, o material é proibido apenas em alguns estados, mas...
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Barriga de mãe: onde tudo começa

Sabia que o que você come durante a gestação influencia diretamente a vida do seu filho? Diversos estudos nas últimas décadas nos mostram que a exposição da gestante a fatores ambientais e nutricionais podem ter efeitos importantes sobre as condições de saúde do adulto. O retardo de crescimento intrauterino ou o ganho de peso excessivo nos primeiros anos de vida têm sido associados com o aumento do risco para obesidade, hipertensão, diabetes e doenças cardiovasculares na vida adulta. Por isso, querida gestante, é preciso ficar atenta à alimentação! O ideal é se preparar para a chegada do bebê com uma dieta balanceada, já que a má nutrição fetal pode ser conseqüência da má nutrição materna. Quando falo em “má nutrição materna”, quero dizer a alimentação pobre em nutrientes e não necessariamente rica em calorias, gorduras e carboidratos refinados. Isso não significa também que a gestante precise comer por dois. Nessa fase, os excessos são tão prejudiciais quanto a comida racionada. No desenvolvimento fetal ocorre uma multiplicação celular muito rápida e intensa; esse processo demanda diversas vitaminas, minerais, energia, proteína e gorduras saudáveis. Sem esses ‘tijolos’ não se constrói uma casa. Há alguns nutrientes que devem ser presentes na alimentação da gestante, como o ovo, por exemplo. A gema possui vitaminas como a colina e a betaína, importantíssimas para o desenvolvimento cognitivo. O assunto que estamos abordando hoje é fundamental, pois a tendência atualmente é trabalhar na prevenção e não no tratamento das doenças. E a primeira das prevenções, claro, começa na barriga da mãe. Por isso, é com muito...
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