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Nutrição em família

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Como a dieta paleolítica pode ajudar na formação dos hábitos alimentares do bebê

Um tema que está se tornando muito comum nas rodas de conversas do mundo fitness e nos meios de comunicação é a Dieta Paleolítica. Quando ouvimos pela primeira vez a respeito de tal dieta, automaticamente pensamos nos homens primatas que moravam nas cavernas. Será que a dieta de nossos ancestrais é saudável e pode ser usada nos dias de hoje? Será que esse tipo de alimentação traz benefícios para a saúde meu bebê? DIRETO DO TÚNEL DO TEMPO: entendendo a essência da polêmica Dieta Paleolítica Apesar de ter conquistado popularidade recentemente e tendo como maior mentor o professor da Universidade Estadual do Colorado (EUA) Loren Cordain, tal teoria surgiu em um estudo publicado em 1985 no The New England Journal of Medicine. O artigo cientifico argumentava que o genoma humano não teve tempo de se adaptar a alimentos que não faziam parte da nossa dieta antes do advento da agricultura. Segundo seus defensores, a dieta ideal para o homem é aquela praticada pelos nossos ancestrais pré-históricos. Ou seja: devemos comer apenas aquilo que poderíamos caçar, matar, colher ou tirar da terra, como um homem das cavernas. O homem está na Terra há mais de 2 milhões de anos e a agricultura foi desenvolvida há menos de 10 mil anos, o que corresponde a apenas 0,5% do tempo da nossa existência. A agricultura, portanto, é muito recente do ponto de vista evolutivo, e é evidente que estamos geneticamente adaptados à alimentação do período paleolítico, e não à atual. No período paleolítico, os fatores geográficos eram determinantes e diversas dietas eram...
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Não se prenda a horários! Respeite o apetite do bebê com a amamentação em livre demanda

Quando me sugeriram para escrever esse post, entrei em pânico ao me lembrar da minha experiência com a amamentação. Sempre achei que por ter o conhecimento técnico e saber da importância dela, amamentaria com muita facilidade meu filho. Ledo engano, a teoria não se aplicou à prática devido a muitos fatores, entre eles, a pressão e a rigidez nos horários das mamadas. Lembro-me como se fosse hoje. Cada pessoa que me visitava na maternidade dava um palpite ou tinha uma dica infalível. "Coma canjica com leite para aumentar o leite; Espere para amamentar, ainda não deu tempo dele sentir fome; Não dê muito colo, ele ficará mal acostumado; Não dê o peito toda hora, você ficará escrava dessa criança; O que você comeu para dar cólica nessa criança?" Com certeza, algumas dessas frases você já deve ter ouvido na sua vida, o que colaborou ainda mais para te confundir. Mas, o que podemos fazer para que esse momento tão importante para construção do vínculo mãe-filho não seja tão traumático? Desmistificando a livre demanda De acordo com a Organização Mundial de Saúde, o leite materno deve ser oferecido até os 6 meses como o titular da alimentação de um bebê. Depois, ele deve ser mantido, mas aliado com a introdução de novos alimentos, até que a criança complete 2 anos. Há 17 anos, quando meu filho nasceu, se recomendava uma amamentação de 3 em 3 horas. Atualmente, a mais recente cartilha de pediatria publicada pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) revisou antigas recomendações sobre cuidados com os bebês. Entre elas, a que talvez mais...
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Adeus papinha? Como o método BLW (Baby-led weaning) pode ajudar na introdução de alimentos na dieta do bebê

No nosso último No Ninho, a mamãe Emanuelle nos contou que aderiu ao BLW (baby-led weaning). Como a técnica vem ganhando cada vez mais adeptos, pedimos para a nossa nutricionista-colunista, Heloísa Tavares, nos contar tudo sobre o assunto! Uma das principais angústias que ouço em minhas consultas é de mães, principalmente as de primeira viagem, que não sabem como fazer a introdução correta de alimentos sólidos na dieta dos seus bebês. Esse tipo de preocupação é bastante pertinente, pois é nessa fase que os hábitos alimentares do bebê se formam, com grande influência na vida adulta do mesmo. Depois de muito pesquisar o método BLW (baby-led weaning), receber testemunhos de mães que já aplicavam o método e por tido uma resposta positiva com meus pacientes e com as minhas sobrinhas, virei a maior fã e entusiasta. Você sabe no que consiste esse método? Entendendo a técnica BLW A expressão em inglês baby-led weaning (BLW) pode parecer bem complicada e causar estranheza quando ouvimos pela primeira vez. Mas de complicada a técnica não tem nada! O método BLW teve o nome criado pela agente de sáude e mãe britânica Gill Repley, e em tradução livre para o português significa DESMAME GUIADO PELO BEBÊ. A ideia fundamental dessa metodologia consiste em oferecer a comida em pedaços para o bebê e permitir que ele se sirva sozinho. Sendo assim, os pais e cuidadores não devem oferecer um prato diferente do que a família habitualmente se serve, tipo papinha para o bebê. Mas, sim, deixar que eles se sentem à mesa, participem das refeições familiares...
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Nada de férias para uma alimentação saudável

Se já não é tarefa fácil controlar a alimentação das crianças em dias comuns, imagina nas férias! Nesse período, as crianças saem de sua rotina e os horários de brincar, dormir e de se alimentar ficam desorganizados e muito mais flexíveis. Afinal, é férias e todos devem aproveitar e descansar! Só que sair totalmente da rotina, pelo menos no quesito alimentação, está longe de ser o mais indicado! Não é por que a criança está de férias que alimentos ricos em gorduras e açúcares devem ser liberados e que os horários das refeições devam ser desrespeitados. Podemos dar férias para nossas obrigações, mas jamais para uma boa alimentação. Normalmente, esquecemos que é nesse período de férias que os pequenos mais brincam, gastam energia e desfrutam do convívio familiar e dos amigos. Portanto, é importante oferecer às crianças uma alimentação rica em vitaminas e nutrientes para fortalecer o organismo e aproveitar a maior disponibilidade de tempo para introduzir novos sabores ao paladar. Foi pensando nisso que preparei algumas dicas simples e práticas para tornar as férias mais saudáveis, sem perder a diversão: A falta de regularidade nos horários das refeições faz com que a criança emende uma refeição na outra e procure por alimentos não saudáveis na hora da fome. O ideal é que a criança coma menos quantidades mais vezes ao dia. Fracionar o dia em 5 refeições, no mínimo, é a melhor saída (café da manhã, lanche 1, almoço, lanche 2 e jantar). No inverno, a vontade de parar de brincar para beber algo é bem menor, mesmo que a criança...
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Alimentos inteligentes para melhorar o desempenho escolar do seu filho

O ano escolar começou de verdade e as provas já estão chegando. Decorar texto, a tabuada, fórmulas matemáticas e datas históricas parecem tarefas difíceis quando a criança, por uma alimentação deficiente e o cansaço do dia a dia, pode apresentar um déficit de memória prejudicando dessa forma seu rendimento escolar. Os alimentos indispensáveis para que o cérebro do seu filho fique mais ativo e que memorize melhor as matérias são alimentos que possuem ômega 3, que é o principal componente das células nervosas e que facilita a comunicação entre as células nervosas (neurônios), melhorando dessa forma a memória. Além desses, as frutas cítricas e ricas em licopeno, também protegem as células nervosas, evitam o esquecimento e facilitam a memorização. Para que seu filho tenha um bom desempenho, listei alimentos que os chamei de Alimentos Inteligentes, que são as principais fontes dessas substâncias: ALIMENTOS SUPER INTELIGENTES SALMÃO Entre as carnes e os pescados, o salmão é uma das maiores fontes de ômega 3. Por isso, tem um grande potencial para melhorar o desempenho cognitivo e o funcionamento do cérebro para gravar informações. CARNE DE FÍGADO Uma das principais fontes de vitamina B12 é a carne de fígado bovino, mas ela também pode ser encontrada em carne de porco, ovos, ostra e leite. A vitamina B12 é um dos compostos indispensáveis para a formação do sangue, o bom desenvolvimento do sistema nervoso e na prevenção de doenças do coração e do cérebro, como o derrame. Tudo isso influencia para uma memória saudável, sem lapsos. Importante salientar que não se pode adicionar...
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O que você NÃO deve falar para as crianças à mesa

Seja como nutricionista, mãe e agora como tia: posso dizer com a maior certeza no mundo que não existe hora mais estressante do que a hora de sentar à mesa com as crianças e fazê-las comerem. Com certeza, essa situação te parece bem familiar. Você tenta, insisti, faz aviãozinho, canta, dança, só falta virar de cabeça para baixo; e seu filho vira a cara para qualquer tipo de alimento. E é ai, nesses momentos mais desgastantes que, no desespero, recorremos às frases de efeito ou até atitudes um pouco mais ameaçadoras que acabam complicando ainda mais a situação. Saiba que o que você diz, muitas vezes de maneira imperativa, para os seus filhos durante as refeições pode influenciar - e muito! - o modo como eles veem e interagem com os alimentos. Para ajudar você nessa batalha e fugir dessas armadilhas que podem comprometer o paladar dos pequenos, selecionei algumas das frases mais faladas erroneamente pelos pais na hora da refeição e tracei estratégias para lidar com a situação da melhor forma. Vamos aos fatos e à ação! Frase 1 : Você não sairá da mesa enquanto não comer tudo que está no seu prato! Existe coisa mais prazerosa para uma mãe ver que seu filho comeu tudo? Será que a quantidade de comida que foi colocada no prato é compatível com as necessidades reais da criança? Geralmente, os pais costumam fazer o prato de acordo com que eles acreditam ser uma quantidade boa, só que essa estratégia pode prejudicar o controle da fome e saciedade e, a longo...
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Açúcar em excesso pode causar hiperatividade em crianças?

  Atualmente, pais e professores compartilham uma suposição comum de que as crianças ficam hiperativas após ingerir doces. Mas será que é verdade? Seja decorando deliciosas mesas em festas de aniversário, seja recheando as merendas ou se espalhando pelas prateleiras do supermercado ou padarias, o açúcar está por todos os lados e fica difícil para os pais controlarem o consumo do mesmo pelos seus filhos. De acordo com os últimos estudos a área, a hipótese que diz que açúcar em grande quantidade pode tomar as crianças hiperativas parece não ser tão confiável. Ela tem muito mais uma base psicológica do que científica, já que é provável que as crianças se tornem hiperativas quando participam de eventos e festas, sabendo que doces e guloseimas serão consumidos sem nenhum tipo de restrição. Isso pode dar aos pais a falsa impressão que a hiperatividade é causada pelos doces. Em excesso, o açúcar realmente faz mal à saúde e pode favorecer a obesidade e o aparecimento de cáries. No entanto, do ponto de vista científico, não há nenhuma relação entre sua ingestão e o comportamento hiperativo nas crianças. Se mesmo assim você ainda ficou na dúvida, o melhor método para solucionar essa dúvida é observação. Se você já notou que depois de cada festinha de aniversário ou comemoração regada a muitos doces seu filho fica incontrolável e subindo pelas paredes, por que não maneirar, então, na quantidade de bolo, chocolate, doces ou sucos industrializados? Essa diminuição no consumo de doces e guloseimas faz bem a saúde de qualquer forma, já que esses alimentos...
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5 alimentos que parecem saudáveis, mas não são

Na hora de preparar o lanche dos pequenos, optamos sempre por oferecer alimentos que parecem ser saudáveis, tais como barrinha de cereais, pão integral e biscoitos integrais, em vez de refrigerantes, bolachas recheadas e salgadinhos. Se você é um desses, seu mundo está a prestes a desmoronar. Muitos alimentos são bem menos saudáveis do que imaginamos! Confira cinco exemplos na lista a seguir e fuja de armadilhas!  1. Barrinha de cereal Muito utilizadas pelos pais na hora de compor o lanche, as barrinhas de cereal, além de serem práticas, são sempre uma boa solução na substituição de bolachas recheadas, doces e chocolates. Atualmente, existem muitas ofertas de barras de cereais no mercado. Existem aquelas que são consideradas adequadas, como as opções sem glúten e sem lactose, que contêm mais oleaginosas e cereais como chia, quinua, amaranto, e ainda aquelas com alto teor proteíco. Mas, muitas barrinhas possuem alto teor de açúcar, gordura saturada, corantes e pouco teor de fibras. Na hora de comprar, preste atenção nas informações nutricionais e na lista de ingredientes que estão na embalagem. Prefira sempre as barrinhas com maior teor de fibras, menos gordura e mais frutas e grãos integrais. Além disso, outra dica é variar, substituindo a barra de cereal por alimentos como frutas frescas, frutas desidratadas (banana, maçã, manga, abacaxi, damasco, uva passa etc) e oleaginosas (castanha-do-Pará, nozes, amêndoas, pistache). 2. Peito de peru O peito de peru, por ser um embutido com baixo teor de gordura, acaba sendo muito escolhido na hora de compor os lanches. O que muitos não sabem é...
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A verdade sobre o glúten. Seu filho é intolerante?

Atualmente, o vilão da vez em toda roda de conversa é o glúten. Muitos especialistas culpam a proteína do trigo, da aveia, centeio e da cevada por uma lista de problemas relacionados à saúde, entre eles a obesidade. A promessa do emagrecimento rápido e de uma barriga chapada fez com que muitas pessoas optassem por uma dieta glúten free. Mas será que o glúten uma das principais proteínas vegetais consumidas há mais de 10 mil anos pelo homem é tão maléfica para a saúde? Foi pensando em tudo isso que quis diferenciar a doença celíaca de possíveis modismos. Vamos aos fatos. Mas, afinal, o que é o glúten? O glúten é uma proteína composta pela mistura das proteínas gliadina e glutenina, que se encontram naturalmente na semente de muitos cereais, como trigo, cevada, centeio e aveia . É graças a ela que massas de pães crescem e, após a digestão, vira energia para nossas células. Na hora de preparar a receita, o cozinheiro mistura a farinha com água e sova bem. Isso faz com que a glutenina e a gliadina se unam, formando o glúten. O novo composto forma redes que aprisionam o gás carbônico liberado pelo fermento. É dessa maneira que o pãozinho ou outra massa qualquer conseguem crescer e ficarem macios. Doença celíaca ou intolerância permanente ao glúten: Ainda pouco conhecida, a intolerância ao glúten vem desafiando o conhecimento científico há muito tempo devido a sua apresentação clínica variada, que abrange desde sintomas leves e poucos específicos - como uma criança que não ganha peso – até...
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Intolerância à lactose

Seu filho após consumir leite e seus derivados apresenta dores abdominais, náuseas, desconforto, diarreia e gases? Em geral, tais sintomas são notados como um simples mal-estar. Mas, atenção! Se o incômodo aparecer num período entre meia hora e duas horas após o consumo de laticínios, deve-se procurar o auxílio médico, pois a criança pode estar apresentando um quadro de intolerância à lactose. Entende-se por intolerância à lactose a incapacidade parcial ou completa de digerir o açúcar existente no leite e seus derivados. Ela ocorre quando o organismo produz em quantidade insuficiente - ou não produz - uma enzima digestiva denominada lactase. Como a lactose não é quebrada, ela chega no intestino grosso intacta. Ali, ela se acumula e é fermentada por bactérias que, por sua vez, fabricam ácido lático e gases e acabam promovendo uma maior retenção de água e o aparecimento de diarreias e cólicas. Tipos Podemos destacar 3 tipo de intolerância à lactose: 1) Deficiência congênita – a criança, por um problema congênito, nasce sem condições de produzir lactase. Essa é forma mais rara, porém é crônica; 2) Deficiência primária – é o tipo mais comum na população. Surge com a diminuição natural e progressiva na produção de lactase. Essa diminuição na produção surge da adolescência e persiste até o fim da vida do indivíduo. 3) Deficiência secundária – a produção de lactase é afetada por outras doenças  intestinais, como diarreias, síndrome do intestino irritável, doença de Crohn, doença celíaca ou alergia à proteína do leite, por exemplo. Nesses casos, a intolerância pode ser temporária e desaparecer...
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