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Nutrição em família

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Os perigos de acrescentar açúcar e sal na papinha do bebê

Quem não gosta de uma comidinha bem temperadinha e um suco bem docinho??? Por gostarmos tanto, muitas vezes achamos que um pouquinho de açúcar e sal na alimentação infantil será inofensivo para saúde do bebê. Ainda mais porque, no início, quando os adicionamos às papas pode parecer que o bebê está realmente satisfeito e apreciando a comida. Mas, tenha muito cuidado, porque essa prática pode trazer malefícios à saúde e prejudicar as preferências alimentares a longo prazo. Vem ver os perigos de acrescentar açúcar e sal na papinha do bebê: SEM SAL E AÇÚCAR...  Açúcar e sal são dois dos temperos realçadores de sabor e achamos que sem eles nossa dieta não é completa e muito menos prazerosa. Uma coisa que sempre falo em minhas consultas e orientações é que o bebê não conhece nem o sal e nem o açúcar. Quem os apresenta e quem os vicia somos nós, os adultos por acharmos que a comida ficará muito mais gostosa. Como os pequenos são muitos espertinhos: uma vez apresentados a esse mundo, eles acabam preferindo sucos e papas de frutas mais docinhos e papinhas mais salgadas. Na verdade, você não deve adicionar qualquer pitadinha de sal ou açúcar ao alimento do seu bebê, até que pelo menos tenha 1 ou 1½ anos de idade. E se puder retardar por mais tempo essa adição: melhor ainda. Quando o assunto é alimentação infantil, percebo que a maioria dos pais se preocupam muito com a adição de açúcar e se esquecem do sal. Não se engane, tanto um quanto o outro são...
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Diga não aos corantes artificiais na alimentação do seu filho

Atualmente, falar em uma alimentação isenta de corantes é bem difícil, já que são adicionados à grande parte dos alimentos. Você, em algum momento, já parou para pensar na quantidade de corantes artificiais que seu filho ingere por dia? O número pode ser assustador já que estão presentes: em balas, refrigerantes, sucos artificias, bolachas, biscoitos, cereais, gelatinas e muitos outros alimentos. Afinal, será que essas substâncias podem fazer mal à saúde das crianças? Entendendo o que tem por trás da cor dos alimentos Os corantes artificiais são substâncias que quando adicionadas a um alimento, têm a finalidade de modificar sua cor ou acentuar a que ele possui. Estão presentes em muitos alimentos de origem industrializada como: biscoitos, sorvetes, bolos, massas e bebidas. A indústria alimentícia visando atingir com maior impacto o público infantil, busca de uma maneira bem ostensiva desenvolver produtos com aparência idêntica aos naturais, de modo que, aos olhos do consumidor, tornem-se extremamente atrativos e facilmente aceitáveis na hora da compra. Corante Artificial Esse tipo de corante é obtido a partir de produtos químicos e conferem maior durabilidade aos alimentos. Não possuem nenhum valor nutricional e servem apenas para colorir e dar uma melhor aparência aos alimentos que ou não tem cor ou a perde durante o processo de fabricação. Quando ingeridos em excesso ou mesmo em pequenas quantidades, a longo prazo, podem desencadear reações alérgicas, dificuldades respiratórias, irritações gástricas, problemas de pele, hiperatividade e câncer. Um exemplo é o uso de corante em gelatina, sucos e refrigerantes sabor fruta. Estes não seriam nada atrativos se não...
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Coloque mais cor na alimentação do seu filho

Tenho certeza que alguma vez na vida você ouviu que deveria colocar no prato pelo menos cinco cores diferentes de alimentos. Parece papo chato de médicos e nutricionistas. Mas, você sabe realmente qual é a importância de cada cor na alimentação do seu filho? Longe de ser um problema estético, as cores dos alimentos possuem funções diferenciadas e específicas para saúde das criança. Confira o que cada uma tem para oferecer e diversifique o cardápio. [table id=2 /] Espero que agora, depois de saber a importância das cores na alimentação, o pratinho do seu filho vire um verdadeiro arco-íris. (Fotos: reprodução/Gimme More Over) [author] [author_image]http://babies.constancezahn.com/wp-content/uploads/sites/2/2013/02/heloisa-pacheco-03.jpg[/author_image] [author_info]Heloísa Tavares é nutricionista graduada pelo Centro Universitário São Camilo, especialista em pediatria clínica pelo Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da FMUSP, graduada em pedagogia na Faculdade de Educação da USP e atua há mais de 10 anos em consultório junto à Clínica Len de Pediatria. Contato: helotavares@terra.com.br.[/author_info]...
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8 mandamentos da lancheira saudável

Todo ano é a mesma história! As aulas das crianças começam, e com elas o drama de como montar uma lancheira saudável também. Diariamente, em minhas consultas, vejo pais desesperados em não saber que tipo de alimento escolher e como montar uma lancheira saudável, além de ver crianças enjoadas da mesmice dos lanches de cada dia. Tenho certeza que com você, querido leitor, não é diferente. Foi pensando nisso que eu, a pedido da minha querida Constance Zahn, resolvi escrever uma série com 4 matérias (um cursinho básico) que vai desde a escolha dos alimentos, melhores utensílios, conservação, dicas e cardápio para que você possa se tornar um expert em lanches infantis. Gostaria de receber o título de expert em lancheiras infantil? Então, mãos à obra!!! MÓDULO 1: FAZENDO BOAS ESCOLHAS Com a correria do dia-a-dia nem sempre dá tempo para preparar lanches saudáveis e nutritivos para as crianças comerem na escola. Sem falar que a criatividade se esgota e a mesmice começa a fazer parte da lancheira. Se você está passando por esse tipo de situação. Não se preocupe, você é um entre milhões de pais e mães que se encontram na mesma situação. Um passo de cada vez: o exemplo vem de casa Os lanches, também chamados de refeições intermediárias, são de extrema importância para o desenvolvimento e crescimento das crianças. Se ela ficar muito tempo sem se alimentar entre as refeições, ou não se alimentar de uma maneira correta, poderá ficar cansada, perder peso e até sentir tontura. Por isso, um lanche saudável se torna imprescindível. E quanto mais...
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Receita: Barrinha de cereal

Ingredientes: - 1/2 xícara (chá) de açúcar - 2 colheres (sopa) de mel - 2 colheres (sopa)de manteiga - 1 xícara (chá) de floco crocante - 1/2 xícara (chá) de aveia em flocos - 1/2 xícara (chá) de nozes picadas grosseiramente - 10 castanhas-do-pará médias e picadas grosseiramente - 1/2 xícara (chá) de uvas-passas escuras e sem sementes Modo de Fazer:  Coloque em uma panela o açúcar e 4 colheres (sopa) de água (60 ml). Misture e leve ao fogo por 4 minutos, sem mexer, até a calda começar a formar fio grosso. Acrescente o mel e1 colhere (sopa) de manteiga. Misture e cozinhe, mexendo de vez em quando, por mais 2 minutos ou até a calda engrossar. Adicione os flocos crocantes, a aveia, as nozes, as castanhas do pará (picadas grosseiramente) e as uvas passas. Cozinhe, sem parar de mexer, por 5 minutos ou até formar uma massa homogênea. Retire do fogo. Unte uma superfície lisa com a manteiga reservada e despeje a massa de maneira a formar um retângulo (36 cm x 31 cm) com 1 cm de espessura. Com uma faca corte a massa ainda quente em 20 barrinhas (3 cm x 6 cm). Guarde em recipiente hermético. Rendimento: 20 barrinhas de cereal | Tempo de preparo: 20 minutos [author] [author_image]http://babies.constancezahn.com/wp-content/uploads/sites/2/2013/02/heloisa-pacheco-03.jpg[/author_image] [author_info]Heloísa Tavares é nutricionista graduada pelo Centro Universitário São Camilo, especialista em pediatria clínica pelo Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da FMUSP, graduada em pedagogia na Faculdade de Educação da USP e atua há mais de 10 anos em consultório junto à Clínica Len de Pediatria. Contato:...
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Alimentação infantil: dicas valiosas para curtir a praia com as crianças

Férias de verão é tempo de calor, sol, praia e piscina, não é mesmo? E com as altas temperaturas que andam fazendo, nada melhor que um banho refrescante de mar! Mas, não é porque estamos de férias que devemos descuidar da alimentação infantil das nossas crianças. Os vendedores nos tentam com camarão frito, pastel, queijo coalho, água de coco, milho verde, sanduíche, biscoito, sorvete, salgadinho e muito mais. Porém, o que comprar e o que levar de casa para que sua família se alimente com saúde e sem riscos para a saúde? Pensando nisso, preparei uma lista de alimentos para quem quiser levar lanchinho de casa, além de dicas bem bacanas, saudáveis e práticas de preparo! Confira: OS MAIORES INIMIGOS NA PRAIA: CALOR E FALTA DE HIGIENE Há muitas opções de comida na beira da praia. Mas, todo cuidado é pouco quando o assunto é o calor. Com as altas temperaturas, os alimentos podem se deteriorar com muita facilidade, se não forem armazenados corretamente. Se você não resistir às tentações da orla e optar por comprar algum snack, a palavra de ordem é ATENÇÃO! Observe a limpeza do quiosque ou do carrinho, e a forma como o profissional manuseia o lanche. Dê preferência às bancas fixas, que necessitam ter autorização para funcionarem e proporcionam melhores condições de armazenamento e higiene. ESCAPE DAS ARMADILHAS: PREPARE SUA PRÓPRIA BOLSA TÉRMICA A alimentação na praia precisa ser previamente combinada entre os pais e as crianças. Como é uma missão impossível saber a procedência dos alimentos vendidos à beira-mar, é melhor evitar. Para escapar das armadilhas, levar uma bolsa térmica com alimentos saudáveis e...
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5 dicas de ouro para servir a papinha

Depois do passo-a-passo para congelar, hoje damos 5 dicas de ouro para a hora de servir a papinha: 1. Ofereça a comida morna, mais ou menos na temperatura do corpo. Se você a colocar sobre o dorso da mão, o certo é não senti-la quente. 2. Cuidado quando esquentar a comida no microondas, porque é comum uma parte fica morna e outra fica quente. Se for sopa, misture bem depois de esquentar, e aí teste a temperatura. Alimentos como a batata "seguram" mais o calor e podem ficar quentes por dentro sem que você perceba. 3. Coloque a quantidade certa de alimento no prato (a criança pode pedir mais se quiser, ou ficar satisfeita com cerca de 200 g de papa) e jogue fora tudo o que sobrar. A regra é simples: se você colocou uma colher que foi para a boca de alguém na comida, essa comida não pode ser guardada. Os microorganismos presentes na saliva, mesmo em pequena quantidade, podem se proliferar no alimento, até dentro da geladeira. 4. Preste atenção em possíveis alergias alimentares. Dê um ingrediente novo por dia, não cinco de uma vez, senão ficará difícil saber qual fez mal em caso de reação. Saiba mais sobre como apresentar novos alimentos. 5. Reaproveite as sobras (desde que não seja as do prato do bebê). Na geladeira, elas podem ser dadas à criança até o dia seguinte e, se forem congeladas de maneira correta, podem durar até 3 meses. [author] [author_image]http://babies.constancezahn.com/wp-content/uploads/sites/2/2013/02/heloisa-pacheco-03.jpg[/author_image] [author_info]Heloísa Tavares é nutricionista graduada pelo Centro Universitário São Camilo, especialista em pediatria clínica pelo Instituto da...
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Passo-a-passo para congelar papinhas de forma correta

Dando continuidade ao assunto papinha, tema da nossa coluna anterior, agora chegou a vez de dar algumas dicas de como congelar papinhas salgadas. Como falei aqui, as papinhas podem ser congeladas por até três meses: esse processo de conservação mantém as características nutricionais dos alimentos, desde que sejam tomados alguns cuidados no procedimento de preparo. 1. Alimentos frescos: use sempre alimentos frescos, pois o congelamento não mascara a qualidade nutricional. 2. Choque térmico: após o preparo, a papinha deve ser colocada, ainda quente e na própria panela, em um recipiente com gelo para parar o cozimento. Dessa maneira, fica preservada a textura depois do descongelamento. 3. Porções individuais: após resfriada, a papinha deve ser colocada em porções que dêem para uma refeição do bebê, ou seja, em um recipiente pequeno de modo que não sobre espaço. Feche em seguida (retire todo ar) e leve ao freezer. 4. Congelando: use somente o freezer no processo de congelamento. O congelador da geladeira não tem temperatura adequada para esse tipo de conservação de alimentos. Espero que tenha contribuído para que você se anime e faça de maneira caseira e com muito carinho a papinha do seu bebê. Com certeza ele aprovará seus dotes culinários e zelo! [author] [author_image]http://babies.constancezahn.com/wp-content/uploads/sites/2/2013/02/heloisa-pacheco-03.jpg[/author_image] [author_info]Heloísa Tavares é nutricionista graduada pelo Centro Universitário São Camilo, especialista em pediatria clínica pelo Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da FMUSP, graduada em pedagogia na Faculdade de Educação da USP e atua há mais de 10 anos em consultório junto à Clínica Len de Pediatria. Contato: helotavares@terra.com.br.[/author_info]...
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A primeira papinha salgada a gente nunca esquece

Queridos leitores, vocês que me acompanham sabem que sou uma ferrenha defensora do método BLW (DESMAME GUIADO PELO BEBÊ). Nele, a introdução de alimentos na dieta do bebê é feita através de palitos macios de vegetais e frutas, e não se utiliza papas ou sopa. Mas, temos que admitir que não são todas as mães e pediatras que aderem a essa metodologia. Sendo assim, atendendo a muitos pedidos, resolvi dar dicas de como preparar uma papinha caseira e nutritiva. STEP BY STEP A alimentação da criança precisa ser bem planejada para que não haja o risco de faltar qualquer nutriente. O primeiro passo é elaborar um cardápio de acordo com os hábitos da família, fazer uma lista de compras e por último e o mais importante: fazer boas compras e se possível com alimentos orgânicos. A primeira papinha deve ser oferecida ao bebê após o sexto mês e a amamentação deve ser mantida. A introdução de alimentos deve ser feita em pequenas quantidades e com critério para observar possíveis reações alérgicas. Três princípios básicos devem ser considerados no preparo das papas salgadas: a textura, o sabor e o equilíbrio entre os nutrientes. Seguindo as orientações da Sociedade Brasileira de Pediatria, a elaboração da papa deve ser feita com três alimentos de grupos distintos: proteína, carboidrato e hortaliça (esse grupo pode ter mais de um alimento). Para facilitar, preparei tabelas com os grupos de alimentos, quantidades e faixas etárias. Confira: QUANTIDADE ADEQUADA DE ALIMENTOS PARA PAPA SALGADA (6 meses) QUANTIDADE ADEQUADA DE ALIMENTOS PARA PAPA (7 meses – 9 meses) QUANTIDADE ADEQUADA DE ALIMENTOS PARA...
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Como a dieta paleolítica pode ajudar na formação dos hábitos alimentares do bebê

Um tema que está se tornando muito comum nas rodas de conversas do mundo fitness e nos meios de comunicação é a Dieta Paleolítica. Quando ouvimos pela primeira vez a respeito de tal dieta, automaticamente pensamos nos homens primatas que moravam nas cavernas. Será que a dieta de nossos ancestrais é saudável e pode ser usada nos dias de hoje? Será que esse tipo de alimentação traz benefícios para a saúde meu bebê? DIRETO DO TÚNEL DO TEMPO: entendendo a essência da polêmica Dieta Paleolítica Apesar de ter conquistado popularidade recentemente e tendo como maior mentor o professor da Universidade Estadual do Colorado (EUA) Loren Cordain, tal teoria surgiu em um estudo publicado em 1985 no The New England Journal of Medicine. O artigo cientifico argumentava que o genoma humano não teve tempo de se adaptar a alimentos que não faziam parte da nossa dieta antes do advento da agricultura. Segundo seus defensores, a dieta ideal para o homem é aquela praticada pelos nossos ancestrais pré-históricos. Ou seja: devemos comer apenas aquilo que poderíamos caçar, matar, colher ou tirar da terra, como um homem das cavernas. O homem está na Terra há mais de 2 milhões de anos e a agricultura foi desenvolvida há menos de 10 mil anos, o que corresponde a apenas 0,5% do tempo da nossa existência. A agricultura, portanto, é muito recente do ponto de vista evolutivo, e é evidente que estamos geneticamente adaptados à alimentação do período paleolítico, e não à atual. No período paleolítico, os fatores geográficos eram determinantes e diversas dietas eram...
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