Casamentos Casa & Decor 15 anos

Dentinho de Leite

Navegue como ou

Respirar pela boca é mesmo tão ruim?

Respirar pela boca é um hábito bastante frequente ao qual muitas vezes não é dada a devida importância, afinal é muito fácil associá-la a um resfriado ou qualquer outro tipo de congestão nasal passageira. Suas causas podem ser as mais diversas, mas estão sempre relacionadas a algum tipo de obstrução nasal, seja ela física (como acontece no caso amígdalas ou adenoides hipertrofiadas ou do desvio do septo nasal), alérgica (como no caso da rinite) ou mesmo funcional, quando a criança não apresenta nenhuma obstrução, mas por algum motivo habituou-se a ficar de boca aberta. Porém, o que muitas mães não sabem é que em médio ou longo prazo ela poderá acarretar prejuízos às vezes irreparáveis quando ocorre durante a fase de crescimento, comprometendo o desenvolvimento da face e, consequentemente, das arcadas dentárias. Além disso, a criança que respira a maior parte do tempo pela boca não dorme nem come bem, fica doente com mais frequência, tem menor rendimento físico e maior dificuldade de concentração. Mas por que tudo isso ocorre? A respiração nasal é responsável por proporcionar a filtragem, o aquecimento e a umidificação do ar para que este chegue aos pulmões em boas condições. Além disso, a dilatação do pulmões traz para a criança uma sensação de bem estar que é difícil de se obter respirando pela boca. O ato de respirar pela boca provoca desconforto durante o dia e prejudica o sono, provocando inclusive episódios de ronco e apneia (interrupção momentânea da respiração). Como o sono não é reparador, o resultado pode ser o cansaço constante, atrapalhando o...
Leia mais

A importância do aleitamento materno para a saúde bucal

Olá, No início do mês de Agosto, entre os dias 01 a 07, ocorreu a semana mundial do aleitamento materno, um movimento que foi criado em 1948 pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e no Brasil tem o apoio do Ministério da saúde desde 1999. Como a maioria das mães já sabem, o leite materno é o alimento ideal para o bebê, contendo todos os nutrientes a ele necessários nos primeiros 6 meses de vida. Outros benefícios como a proteção contra doenças, o estímulo do desenvolvimento intelectual, o aumento do laço afetivo entre a mãe e a criança e a maior facilidade de digestão do leite materno também são conhecidos, sem contar as diversas vantagens também para a mãe que amamenta. Em homenagem ao movimento e com o intuito incentivar a amamentação e, com isso, a saúde das crianças, a seguir algumas dúvidas sobre a importância do aleitamento materno para a saúde bucal. 1. Até que idade devo amamentar meu filho? O aleitamento materno deve ser a única fonte de alimentação do bebê até os 6 meses de vida, podendo ser continuado até os 2 anos de vida (ou mais), se a mãe e a criança assim desejarem. A continuidade deste ato dependerá muito da disponibilidade da mãe, dos hábitos familiares e da rotina do bebê, devendo ser sempre encorajado. 2. O leite materno pode causar cárie em bebês que já tem dentinhos mas ainda mamam? Sim, o leite materno, apesar de todos os seus benefícios, também possui em sua composição substâncias capazes de ocasionar o aparecimento da cárie...
Leia mais

Qual a melhor idade para usar aparelho nos dentes?

A melhor resposta para a melhor idade para usar aparelho nos dentes é a que as mães menos gostam de ouvir...depende! É comum ouvirmos pessoas dizendo que não acreditam em tratamento ortodôntico quando a criança ainda tem dentes de leite. Isso não faz sentido, pois os aparelhos dentários não corrigem apenas a posição dos dentes. Eles intervêm também no crescimento e desenvolvimento dos ossos maxilares e por isso alguns deles são chamados de aparelhos ortopédicos (embora você dificilmente tenha ouvido este nome, a maioria daqueles aparelhos móveis e também alguns dispositivos fixos são assim classificados). Desta forma, se logo cedo alguma alteração for diagnosticada, já há indicação para o uso. Isso pode ocorrer a partir dos 4 ou 5 anos de idade, sendo que a troca de dentes termina somente por volta dos 12 anos. É claro que a indicação também depende da maturidade e aceitação da criança, pois para o uso de qualquer aparelho na infância há a necessidade de colaboração. Estas alterações no tamanho ou proporção dos ossos da face são bastante comuns e geralmente fazem parte de mais uma das heranças que passam de pai para filho. Mas há alguns fatores, como o hábito de chupar dedo ou chupeta por tempo prolongado, como já falamos aqui, a perda de algum dente de leite antes da hora certa, muitas vezes por trauma ou por cárie e, principalmente, problemas respiratórios, que podem também ocasionar estas alterações ósseas.. No entanto, elas podem ser devidamente corrigidas, ou até evitadas, se houver intervenção precoce. Isso acontece porque o osso da criança é...
Leia mais

Meu filho já nasceu com dentinho, e agora?

Talvez algumas mães e outras leitoras já tenham conhecido algum bebê que nasceu com dentinho, ou que os dentinhos nascem logo nas primeiras semanas de vida. Como já falamos em um post anterior, a idade média esperada para o aparecimento dos primeiros dentes de leite, que ficam no arco inferior, é por volta dos 6 meses de idade. Porém, existem alguns casos em que estes já estão presentes no nascimento ou que aparecem antes do primeiro mês de vida do bebê, sendo denominados dentes natais ou neonatais, no segundo caso. Não há muito consenso sobre a causa do dente natal, no entanto a teoria mais bem aceita é a de que o dente começa a se formar numa posição muito superficial lá dentro do osso, predispondo à erupção dentária precoce. Lembrando que este dentinho começa a se formar quando o bebê ainda está na barriga da mãe. Além disso, algumas situações, como a existência de síndromes ou da fissura labial, por exemplo, também estão associadas ao aparecimento do dente natal. Vamos às principais dúvidas sobre o assunto: 1. Estes dentes são os próprios dentes de leite do bebê? Sim, na grande maioria das vezes (95%). Em alguns casos mais raros (5%) podem ser dentes que chamamos de supranumerários, ou seja, dentes a mais que se desenvolveram, estando os dentes da série normal guardadinhos ainda dentro do osso. Só podemos fazer este diagnóstico por meio do exame radiográfico. 2. Existe algum risco para o bebê que nasce com dente? Existe sim, e é por isso que alguns pediatras já indicam...
Leia mais

Saúde bucal: O que é selante dental?

Os selantes são materiais aplicados à superfície dos dentes com o intuito de penetrar e aderir aos seus sulcos e rugosidades, tornando-os menos profundos e, portanto, dificultando que restos de alimentos fiquem ali retidos. Desta forma, dificulta-se também o aparecimento da cárie. Os selantes geralmente são aplicados nos dentes lá do fundo, uma vez que eles são os que possuem mais fissuras, sendo assim os mais difíceis de limpar e os mais propícios a acumularem restos de alimentos, mesmo após a escovação. Quais dentes devem sofrer a aplicação do selante? Apenas em casos bem específicos aplicamos o selante nos dentes de leite, uma vez que devido a sua anatomia, eles não possuem tantas fissuras como os permanentes. A maior indicação para a aplicação do selante é no primeiro molar permanente, que aparece por volta dos 6 anos de idade. Este dente nasce lá no fundo, atrás do último dentinho de leite (são 4, um de cada lado), sem que nenhum outro caia antes e, geralmente, os pais acham que é mais um dente de leite. No entanto, ele possui muito mais sulcos e demora bastante para atingir a altura dos outros dentes, por isso a escova muitas vezes nem passa por ele. Junta-se a estes, o fato de que aos 6 anos as crianças ainda não terem autonomia suficiente para fazer uma boa escovação, mas também não gostam que os pais a façam.....por isso este é o dente mais susceptível à cárie! De acordo com a avaliação do dentista, ele pode achar que outros dentes também precisem de selante....
Leia mais

Erosão dentária em crianças

Olá! A coluna de hoje é sobre um assunto que passa um pouco despercebido por muitas mães: o desgaste dos dentes por causa do excesso de ingestão de bebidas ácidas, como sucos e refrigerantes. Tanto os dentes de leite quanto os permanentes são formados por um tecido vivo, a polpa, coberto por dois outros tecidos mineralizados, a dentina e esmalte. Este último pode ser considerado o tecido mais duro e resistente do nosso corpo, no entanto sua grande quantidade de minerais pode sofrer perdas quando em contato com substâncias ácidas. A este processo damos o nome de erosão dentária. Atualmente, alguns estudos vêm demonstrando um aumento da sua frequência em crianças. Isso acontece porque houve também uma mudança no padrão de consumo de bebidas ingeridas por elas, no qual refrigerantes e suco de frutas são cada vez mais frequentes. Os sucos de laranja e uva, por exemplo, estão entre os preferidos pelas crianças e geralmente são vistos como opções saudáveis pelas mães. No entanto, o seu consumo frequente traz riscos não só pela quantidade de açúcar (principalmente no caso dos sucos artificiais), que predispõe ao aparecimento da cárie, quanto também pela sua acidez, que pode levar a erosão dentária. O mesmo pode ser dito dos refrigerantes, que são ainda mais ácidos. Os sinais iniciais da erosão dificilmente são detectados pelas mães, mas durante o exame clínico, o dentista pode avaliá-los. Os sinais e sintomas mais evidentes são a perda quase que total do esmalte dentário, manchamento, bordas transparentes, sensibilidade, diminuição da espessura do dente e facilidade de sofrer fraturas. Como...
Leia mais

Seu filho range os dentes enquanto dorme?

Você é uma das muitas mães que tem reparado que seu filho range os dentes enquanto dorme? O bruxismo, como chamamos este ato, tem ocorrido cada vez mais em crianças, sendo motivo de preocupação para muitas mamães atualmente, principalmente pelo barulho que os dentes fazem quando raspam um no outro. Ele ocorre com maior frequência durante o sono e em períodos de estresse e excitação, embora possa também ocorrer durante o dia. É um ato inconsciente, sendo caracterizado por contrações rítmicas dos músculos da mastigação. Embora a ciência indique que o surgimento desta disfunção motora esteja relacionado ao sistema nervoso central, o seu sinal mais evidentes aparece na boca: o desgaste dos dentes, que pode ser suficiente para afetar diversas funções bucais e até trazer dor naquela articulação que fica perto do ouvido, que sentimos mexendo quando abrimos e fechamos a boca. Apesar de ser difícil encontrar uma causa específica, os estudos mostram que alguns fatores estão associados à ocorrência do bruxismo: genética (sempre ela!), refluxo, estresse emocional, problemas respiratórios (bronquite, asma, obstruções nasais, rinite), sono não reparador, Transtorno do Déficit de Atenção (TDAH), dores de cabeça e também algumas síndromes (o bruxismo é bastante comum em pacientes especiais). Uma característica do bruxismo em crianças é que ele tende a ser flutuante, isto é, ele vai e volta de acordo com a fase pela qual a criança está passando. Mas a boa notícia é que ele tende a diminuir com a idade, não necessariamente crianças com bruxismo se tornam adultos com bruxismo também. Ah, e não podemos confundir com...
Leia mais

Pasta de dente com ou sem flúor?

Olá! Acho que este assunto talvez seja um dos que mais trazem dúvidas para as mamães, certo? De fato, as fontes de informação são ainda muito divergentes....Vou falar um pouco sobre o assunto. Antigamente era comum que os pediatras e odontopediatras recomendassem às mães que utilizassem pasta de dente sem flúor para seus filhos. Isso porque as crianças geralmente engolem parte da pasta colocada na escova por dois principais motivos: primeiro porque não sabem ainda cuspir e, em segundo, porque as pasta infantis são geralmente saborosas. Temia-se então que o flúor ingerido pudesse causar o que chamamos de fluorose dentária ou mesmo que pudesse ser tóxico para a criança. A fluorose é caracterizada por machas esbranquiçadas que podem aparecer nos dentes permanentes quando a criança ingere flúor em grande quantidade no período em que estes estão ainda em formação, isto é, dos 0 aos 6 anos de idade (por isso algumas pastas trazem no rótulo “acima de 6 anos”). O que acontece é que este cuidado é bastante exagerado, uma vez que a criança precisa ingerir uma enorme quantidade de pasta fluoretada constantemente para que a fluorose aconteça. Tanto que a maioria das mães provavelmente não conheça alguém que tenha tido apresentado este problema, certo? Mas por outro lado, e a cárie dental? Pois é, esta com certeza você deve conhecer ou ter contato com alguém que já teve. A cárie dental é considerada uma doença e é ainda bastante prevalente, apesar de poder ser facilmente prevenida. Esta sim é de difícil tratamento, podendo causar dor e até perda do dente,...
Leia mais

A cárie pode ser transmitida de pai para filho?

Olá mamães! Quem nunca ouviu falar que a cárie é transmissível e que por isso não se deve compartilhar a colher com os filhos nem assoprar a comida deles para resfriar? Pois é, essas informações já foram bastante divulgadas, até por dentistas, mas não condizem com a realidade. De fato, a cárie é uma doença de origem bacteriana, mas ela precisa de vários fatores para acontecer. É preciso que haja exposição frequente a carboidratos e que eles permaneçam por algum tempo sobre a estrutura dental, ou seja, que não haja escovação ou que ela seja feita de maneira insuficiente para removê-los. Desta forma sim podem aparecer aqueles “buraquinhos” que vão destruindo o dente, causando muitas vezes também dor. Resumindo, a bactéria causadora da cárie pode sim ser transmitida de pai para filho, mas isso não significa que a criança que a adquiriu irá desenvolver a doença. Aliás, a questão da transmissão não deveria nem nos trazer preocupação, uma vez que a principal bactéria causadora da cárie é super comum e praticamente toda a população a possui! De qualquer forma, o bebê irá adquiri-la em algum momento, já nos primeiros dias de vida. O que devemos nos preocupar é com a higienização logo que nascem os primeiros dentinhos, isso sim irá prevenir de fato que seu filho tenha cárie. Portanto, ao contrário do que geralmente ouvimos por aí, a doença cárie não é transmissível! É também importante que se saiba que não é só o açúcar refinado que serve de substrato para as bactérias causadoras da cárie, qualquer tipo de...
Leia mais

Quando e como tirar a chupeta?

O hábito de sucção é um comportamento instintivo e natural para o bebê, iniciado muitas vezes ainda no útero materno. Este reflexo é importante para o desenvolvimento da sua musculatura oral e para sua própria sobrevivência, já que dele depende a amamentação, sua primeira fonte de alimentação. No entanto, com o tempo ele passa a adquirir outro significado, acalmando a criança e gerando uma sensação de conforto, daí a importância da chupeta no início da vida. A chupeta não deve ser totalmente condenada, pois sabemos que ela ajuda bastante os pais no primeiro ano de vida e que os danos trazidos por esse hábito só se tornam irreversíveis se o uso for prolongado. Ao contrário, o hábito de chupar o dedo deve ser desencorajado dede o início, pois cria rapidamente uma relação de dependência por estar facilmente disponível para a criança, trazendo sempre maior dificuldade para ser removido. Tanto o hábito de chupar o dedo quanto a chupeta, conhecidos como sucção não nutritiva, podem trazer sérias consequências no desenvolvimento das arcadas da criança se prolongados além dos 3 anos de idade, interferindo também na fonação e respiração. Não são apenas os dentes que podem ficar mal posicionados (para cima e para frente), o osso da criança é ainda bastante maleável e pode ficar deformado, o que interfere em todo o crescimento e desenvolvimento da face. Felizmente, se removidos até esta idade, essas deformidades podem ser revertidas pela força natural da musculatura dos lábios e da língua, uma vez na posição correta. Por esse motivo, tanto a Associação Brasileira de Odontopediatria quanto...
Leia mais