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Escolha do pediatra

Queridas mommies, Cheguei à conclusão de que escolher pediatra é uma tarefa tão particular quanto escolher marido! ;) Minha experiência inicial foi terrível! Apesar de ter visitado pelo menos cinco pediatras durante a primeira gravidez, e aliado à minha escolha a empatia pela conduta apresentada e proximidade de casa (afinal moro em Sao Paulo...), TUDO FOI UM DESASTRE!! Hoje dou risadas contando a história para as amigas, mas, olhe, passei por um sufoquinho...! Levei a pequena Carolina no consultório do pediatra no mesmo dia que saiu da maternidade. Só para vocês terem noção do estilo da consulta, eu, com os hormônios à toda, 4 dias depois do parto, tive que ouvir a seguinte pérola quando disse que tinha dado a chupeta para ela acalmar: "O que? Chupeta? Por acaso ela (a Carolina mesmo, com 4 dias!) pediu a chupeta?" E ainda concluiu: "Você acabou de oferecer cocaína para sua filha." Os avós estavam na consulta, a pedido do próprio pediatra, e o meu sogro ficou tão nervoso que saiu da sala no meio da consulta. Querem uma segunda pérola, para se divertirem um pouco mais? Ele pediu para tirarmos a roupinha da pequena para o exame, e logo saiu gritando: "Se continuarem assim, amanhã ela terá fraturas míltiplas." Isso porque já tinhamos experiência com minha enteada, menina linda, saudável e sem nenhuma fratura no alto dos seus sete anos. Não preciso nem falar que no meio da primeira madrugada, em casa, quando eu descobria o que era passar uma noite em claro fora da balada, acabei ligando para o tal...
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Divertindo-se em programas obrigatórios

Quem nunca se deparou com a dúvida: fico em casa rolando mais um pouco no tapete com meu filhote ou tomo vergonha e vou no supermercado? Afinal, raramente temos tempo suficiente para coordenar nossas obrigações domésticas e responsabilidades profissionais, com a atenção que gostaríamos de dar aos nossos filhos. Então resolvi que daria um jeitinho de levar minha filha ao supermercado sem que fosse um programa chatíssimo para ela. Fui atrás de um carrinho de compras que se adequasse ao tamanho dela, e deu SUPER certo!! Se não fosse o fato que ela queria colocar todas as compras no seu minúsculo carrinho, e que metade do supermercado parou para mexer com ela, o resto foi muito divertido e tranqüilo! Ao lado, uma fotinho do momento. :) Beijo grande,...
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Uniforme fashion

Queridas, Nesse mês, encontrei uma luz no fim do túnel!! A  babá da minha filha está na casa dos 26 anos, ou seja, ela é jovem, está sempre arrumada, é vaidosa. E eu adoro esse cuidado pessoal dela! Acho uma boa atitude! Analisando esse cenário, comecei a pesquisar para poder trocar o seu uniforme, pois, confesso, ele mais parecia um "saco de batatas branco". Já havia trocado a sapatilha "moleka" (aquela meio Tai Chi) por um All Star branquinho, que é mais confortável e moderninho... Comecei, então, a procurar peças confortáveis e que não marcam, mas que também não detonam um look. Só que mesmo em lojas de departamento, como C&A e Renner, essas peças não são as mais baratas. Aproveitei uma ida a Miami para procurar peças bacanas no outlet da Gap. Funcionou, afinal, um moletom felpudinho custa US$15. Mas infelizmente não podemos usualmente contar com essa opção... Pois bem, finalmente, encontrei a luz no fim do túnel que comentei no início do texto e ela se chama: NEM PARECE UNIFORME. É uma marca nova, com peças super bem desenhadas, com estilo, e que realmente faz jus ao próprio nome. Achei que seria uma facada, mas precisava comprar roupa de inverno e resolvi dar uma espiada. Qual não foi a minha surpresa em ver os preços! Vale MUITO a pena! Comprei calca de plush, moletom estilo boca reta, polo com a manguinha de pregas e corte trapezio... E elas ainda deixam uma malinha em casa para escolhermos! O contato delas é: npu@nempareceuniforme.com.br (falar com Silvia ou Camila). Se joguem! Beijo...
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Carrinho duplo: funcional ou egoísta?

Preciso confessar que no último mês, em Londres, um fato me chamou muito a atenção. E confesso que foi de forma negativa. Imagino que deva ser ultra funcional esse carrinho de bebês duplo (imagem ao lado), mas, como mãe, sentiria uma enorme culpa em colocar um dos meus filhos na parte de baixo. Sentada em museus e lojas, analisei cada criança que passava num carrinho desses, e olha que são tão populares por lá que parece só ter esse modelo à venda! Na grande maioria, a criança de baixo não aproveitava nada o passeio, mesmo porque a única visão dela era o popô do irmão no andar de cima. Não experimentei e não me empolguei em fazê-lo. Se alguem tiver uma opiniao diferente ou uma experiência positiva, divida conosco! Afinal, vi tantos deles, que algo de bom deve ter!!...
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Paris avec les enfants

A primeira coisa que vem à cabeça quando pensamos em férias no exterior com crianças é Disney World e seus inúmeros parques. Correto? Pois bem, ganhei um guia que me fez mudar completamente de ideia! Em “Paris com as Criancas”, de Anna Chaia e Adriana Moller (PubliFolha), você encontra 50 experiências imperdíveis para viver com seus filhos, netos, sobrinhos e etc. A ideia é incrível, afinal, você pode aliar divertimento, educação e muita criatividade. Só para dar um gostinho, existem dicas como : 1 -  Fazer uma “caça ao tesouro no Museu do Louvre”. 2 - Visitar a loja Pain D’épices, especializada em brinquedos para montar cenários-miniatura. (Imaginem uma casinha de bonecas com tapetes persas, porcelanas e quadros?) 3 – Assistir ao show de marionetes, teatro de Guignol, um dos mais tradicionais de Paris, no Jardin du Luxembourg. (e tem também no Théâtre de Guignol no Parque Buttes-Chaumont, um parque lindo que a Constance deu a dica) 4 – Visitar o Palais de la Découverte, museu que tem 25 mil m2 dedicados às mais diversas áreas: astronomia, física, matemática, química, ciências da Terra e da Vida. Tudo super interativo! 5 – E para quem gosta de música, visitar a Librairie Musicale é uma perdição! E olha que lá se encontra todos os gêneros, desde Beatles, Mozart, U2, até músicas das peças de desenhos da Disney. Gostou? Então comece a planejar as próximas férias com a criançada! Bon Voyage! Celina (foto: Robert...
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Porta da maternidade

Entre todos os preparativos para a chegada da filhota, o que mais curti foi o quadro que ficou na porta da maternidade. Tenho uma enteada, que para mim, é como se fosse minha filha. Quem conhece, sabe o quanto sou alucinada pela Julinha, hoje com 7 anos. E a Julinha, desde que comecou a falar, sempre foi alucinada para ter um(a) irmãozinho(a). Quando engravidei, ela ficou super feliz! No alto dos seus 5 aninhos, dava palpite em tudo. No nome, no quarto, nas roupinhas, e pasmem... até nas fraldas! Claro que não podia deixá-la de fora na hora H: o nascimento. E foi com a ajuda da artesã Rosaria Cunha e do fotógrafo Rodrigo Zorzi, que tivemos a idéia abaixo: Um quadro com uma foto da Julinha beijando a futura irmãzinha para colocar na porta da maternidade. A Rosaria Cunha faz vários modelos, com fotos ou cenários fofíssimos, que depois podem ficar como decoração no quarto da criança. E vovós, madrinhas, titias: esse é um presente muito legal! E que pode ser dado também de batizado, aniversário, bris... Beijos,...
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Nana, nenê

Queridas, Vou dividir com vocês uma angústia que vivi por sete meses, e que foi mais fácil de solucionar do que eu imaginava. Logo que sai da maternidade, como uma boa dorminhoca, já passava dias imaginando a noite que minha pitica iria esticar, pelo menos, 6 horas de sono.
 Perguntava para todo mundo à minha volta, e recebia as respostas mais otimistas possíveis: "Ah! Meu filho dorme da meia noite às seis desde o segundo mês". 
Fiquei esperançosa! Pelas estatísticas, meu martírio estava perto do fim. Ledo engano!! Os meses foram se passando e nada da Carolina esticar sequer quatro horinhas. Eu ficava desesperada, no dia seguinte acordava com olheiras no meio da bochecha! Que ser humano agüenta essa situação por muito tempo?? Foi quando meu pediatra falou: "Eu não consegui fazer com meus filhos, mas a técnica de deixar chorar funciona!" e me indicou o livro "Nana, Nenê" que tem toda uma metodologia para aplicar a técnica. Separamos um feriado, afinal o livro fala que, na grande maioria, os bebês já passam a dormir a noite toda depois de 3 dias.
 E lá fomos nós para a "balada da Carolina". Eu e meu marido ficamos na sala, ao lado do quarto dela, com um relógio na mão e o livro na outra. Aliás, sugestão: não façam sozinhas. É duro não sucumbir depois de horas de choro. Você se acha a mãe mais cruel do mundo! Resumo da história: primeira noite, chorou direto por 1 hora; segunda noite, chorou 30 minutos; terceira noite, 5 minutos; e na quarta, FINALME NTE DORMIU A NOITE TODA!
 E melhor: PARA SEMPRE! Foi...
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Amor vs. Técnica

Queridas, Assim que engravidei, o primeiro conselho que ouvi foi: Já saia correndo atrás de uma enfermeira! E reserva pelo menos os três primeiros meses! Como uma boa aluna, eu logo fiz isso. E foi quando tomei um susto gigante: todas elas se julgam as melhores enfermeiras do mundo! E o pior: nós, assustadas com as mudanças que estão por vir na nossa rotina, acreditamos em tudo e achamos que nada funcionara sem aquela cidadã "modesta" sentada à nossa frente. Após umas dez entrevistas, comecei a ficar escolada. Tinham aquelas que só faltavam falar que tinham MBA em Harvard – pelo menos pediam salários ao nível de um profissional Harvard. Tinha aquelas terroristas, que contavam histórias cabulosas de mães que não conseguiam fazer nada, e que elas chegaram no meio da jornada salvando a pátria. No meio dessa confusão, eu arrisquei a sorte e escolhi uma que pareceu boa, e com um salário razoável. Já tinha cuidado de vários pequerruchos, e na entrevista PARECIA não ser a Dna. Verdade. ERREI! Na primeira noite que cheguei da maternidade, eu já tinha certeza que mandaria ela embora no dia seguinte. Aí veio a madrugada, e de manhã eu estava tão exausta que desisti do meu plano de me livrar dela por pelo menos aquele dia. Dia após dia ela foi ficando. Me ajudava, mas me incomodava um montão também. Ela tinha ótima técnica em cuidar de recém-nascidos, anos de vivência e mantinha a calma nas piores horas. Mas, em contrapartida, pegava minha filha como se fosse um produto numa linha de produção. Sem...
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De mãe para mãe: Welcome!

Olá, Queridas Amigas de Mamadeiras e Chupetas! Sejam super benvindas a esse novo espaço que nos possibilitará ter algo que eu senti (e ainda sinto), muuuuita falta: um papo real de mãe para mãe! Principalmente as de 1ª viagem... Aqui, quero trocar experiências, alegrias vividas com nossos filhos – que já chegaram ou que ainda só foram encomendados- , angústias também, dúvidas mil, e váááriaaass informações úteis, que muitas vezes parecem básicas, mas são preciosas. Aliás, quem nunca ficou com vergonha de perguntar algo para o pediatra achando que seria a pergunta mais tonta de toda a história daquele consultório? E claro, também trocaremos dicas de comprinhas, de acessórios para nossas fofuras, papinhas, enxoval, escolinhas, babás.. entre outras muitas. O mais importante: sem frescuras! Sem precisarmos fazer propaganda da perfeição dos nossos filhos como se eles estivessem concorrendo ao Oscar do Cocô Mais Cheirosinho - juro que até isso ja ouvi de uma mãe ultra empolgada!! Espero que gostem, que aproveitem e se divirtam um pouquinho também! Beijo...
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